quarta-feira, 7 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé - 2008

7 DE MAIO - 2º DIA DE CAMINHADA
Cabrela- Cortiçadas do Lavre


Amanhecendo
Centro Juvenil Salesiano



Comendo



Apoiando



Agradecendo
Centro Juvenil Salesiano, Vendas Novas



Reencontrando



Descansando



Caminhando




Jantando
Centro Cultural R.e D. de Cortiçadas do Lavre


terça-feira, 6 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé - 2008


6 DE MAIO - 1º DIA DE CAMINHADA
Alcácer do Sal - Cabrela


A entrega dos acessórios



O Pai Nosso



A entrega do estandarte e da vassoura



A Benção



A partida



A caminho



O almoço



O momento de reflexão




Nesta Peregrinação Consagremo-nos a Nossa Senhora

Ó Senhora minha,
Ó minha Mãe,
Eu me ofereço todo a Vós,
E em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro, neste dia,
Os meus olhos,
Os meus ouvidos,
A minha boca,
O meu coração
E inteiramente todo o meu ser.

E porque assim sou todo Vosso,
Ó boa e incomparável Mãe,
Lembrai-vos que vos pertenço
Terna mãe, Senhora Nossa
Guardai-me e defendei-me
Como coisa e propriedade vossa

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Peregrinos:

Amanhã partimos em Peregrinação a pé para Fátima!

Vamos tentar reportar alguns momentos da nossa caminhada até ao Santuário de Fátima. Bem sei que será muito difícil, mas com a ajuda de alguns peregrinos "mestres" em informática, fotografia, jornalismo... Não prometemos mas vamos tentar!


Venho a Fátima com o Terço nas mãos,
o Nome de Maria nos lábios,
o Cântico da Misericórdia de Deus no Coração.


João Paulo II - Fátima 12.05.1982

domingo, 4 de maio de 2008

As nossas reflexões

Este ano durante a nossa caminhada para Fátima, iremos reflectir sobre este texto extraido do Livro "O Príncipe e a Lavadeira" do Padre Nuno Tovar de Lemos.


"Nós e Deus

O PEIXE E O MAR

Uma vez pediram a um peixe para falar do mar.
- Fala-nos do mar – disseram-lhe.
- Dizem que é muito grande o mar, respondeu o peixe.
Dizem que sem ele morreríamos. Não sou o peixe mais indicado para vos falar do mar. Eu, do mar, o que conheço bem são só estes dez metros à superfície. É só deles que vos posso falar. É aqui que passo o meu tempo, quase sempre distraído. Ando de um lado para o outro, à procura de comida ou simplesmente às voltas com o meu cardume. No meu cardume não se fala de mar. Fala-se das algas, das rochas, das marés, dos peixes grandes e perigosos, dos peixes pequenos e saborosos e de que temperatura fará amanhã. O meu cardume é assim: eles vão e eu vou atrás deles.
- Mas tu, que és peixe, nunca sentistes o mar?
- Creio que o sinto, às vezes, ao passar-me nas guelras.
Umas vezes sinto-o, outras não. Às vezes sinto-o quando me distraio com outras coisas. Fecho os olhos e fico a sentir o mar. Isto tudo de noite, claro, para que os outros não vejam. Diriam que sou louco por dar tempo ao mar.
- Conheces o mar, portanto. Podes falar-nos do mar?
- Sei que é grande e profundo, mas não vos quero enganar. Sei de peixes que já desceram ao fundo do mar. Quando os ouvi falar percebi que não conheço o mar. Perguntem-lhes a eles, que vos saberão falar do mar. Eu nunca desci muito fundo. Eu nunca desci muito fundo. Bem, talvez uma ou duas vezes... Um dia as ondas eram tão fortes que eu tive de me deixar levar muito fundo, para não morrer. Nunca lá tinha estado e nunca esquecerei que lá estive. Apenas vos sei falar bem da superfície do mar...
- Foi mau, quando desceste? Por que voltaste á superfície?
- Não foi mau. Foi muito bom. Havia muita paz, muito silêncio. Era como se fosse lá a minha casa, como se ali eu estivesse inteiro.
- Por que não voltaste lá ao fundo? Por preguiça?
- Às vezes acho que é preguiça, outras vezes acho que é medo.
- Medo? Mas tu não disseste que era bom? Medo de quê?
- Medo do desconhecido, medo de me perder. Aqui à superfície já estou habituado. Adquiri um certo estatuto para mim mesmo. Controlo as coisas ou, pelo menos, tenho a sensação de as controlar. Lá em baixo não sei bem o que me pode acontecer. Estou todo nas mãos do mar.
- Tiveste medo, quando chegaste ao fundo do mar?
- Não tive medo algum... Era tudo muito simples... E no entanto agora tenho medo... Mas eu não cheguei ao fundo do mar! Apenas estive menos à superfície.
- E que dizem os outros, os que lá estiveram?
- Dizem coisa que eu não entendo. Dizem que é preciso ir para perceber. E dizem que nada há de mais importante na vida de um peixe.
- E explicam como se vai?
- Aí é que está. Explicam que não se chega lá por esforço, que só podemos fazer esforço em deixar-nos ir. Que é só o mar que nos leva ao mar.
Então veio uma corrente mais forte que o fazia descer. O peixe tentou lutar contra ela com quantas forças tinha, à medida que via distanciarem-se as coisas da superfície. Talvez para sempre... Mas depois fechou os olhos, confiou e já sem medo deixou-se ir."

Dia da Mãe

Mãe - que adormente este viver dorido,
E me vele esta noite de tal frio,
E com as mãos piedosas até o fio
Do meu pobre existir, meio partido...

Que me leve consigo, adormecido,
Ao passar pelo sítio mais sombrio...
Me banhe e lave a alma lá no rio
Da clara luz do seu olhar querido...

Antero de Quental

sábado, 3 de maio de 2008

Alvalade, Aljustrel e Odemira a caminho de Fátima

Hoje pelas 11h00m da manhã e após a celebração da Eucaristia na Igreja Matriz de Alvalade do Sado, partiu um grupo de seis peregrinos (2 de Alvalade, 3 de Aljustrel, 1 de Odemira) em direcção ao Santuário de Fátima.



Este grupo orientado pela Graça Mateus de Alvalade, caminhará durante três dias até Alcácer, onde se integrará no nosso grupo.


Acompanhados pelo pároco Sr. Padre Dariusz, esta tarde participaram nas festas em honra de Nossa Senhora do Viso.


Amanhã caminharão até Grândola onde irão juntar-se mais 2 peregrinos daquela Vila, 1 peregrino de Santiago do Cacém e o peregrino Joaquim que saíu de Odemira no passado dia 1 de Maio.


Tu és o Sol num novo amanhecer,
Tu és o farol, a vida a renascer!
Maria, Maria és poema de amor,
És minha Mãe e Mãe do meu Senhor.


sexta-feira, 2 de maio de 2008

Os nossos acessórios


Antes da partida, as guias distribuem a cada peregrino, um terço, um púcaro, um colete, um crachá, uma pagela, um livro e uma fita de seda.


O terço para rezar.
O púcaro para saciar.
O colete para sinalizar
O crachá para identificar.
A pagela para jogar.
O livro para guiar.
A fita para ornamentar.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

O "sul" já caminha para Fátima

Hoje o peregrino Joaquim Oliveira de Odemira, iniciou a sua caminhada para Fátima. Saiu do Monte da Estrada perto de Relíquias e caminhou 47Km até Aljustrel. Joaquim caminhará amanhã até Beja e nos dias seguintes, até Ferreira do Alentejo e Grândola. Joaquim vai chegar a Alcácer do Sal na segunda-feira à noite, e partirá então integrado no nosso grupo até ao Santuário de Fátima.


Também o grupo de peregrinos de Reguengos e Portel completou hoje a sua 1ª etapa de cerca de 44km e 48Km respectivamente até à Igreja dos Salesianos em Évora. De lá partirão em direcção a Fátima no próximo dia 6 de Maio.

“Que o caminho seja brando a teus pés,
o vento sopre leve em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
as chuvas caiam serenas em teus campos.
E, até que de novo eu te veja,
Que Deus te guarde na palma da mão.”

As nossas ofertas

Nas peregrinações para Fátima, Alcácer do Sal agradece reconhecidamente o acolhimento que lhe prestam durante a longa caminhada a pé. Fá-lo através dum pequeno gesto simbólico oferecendo produtos directamente relacionados ou mesmo produzidos em Alcácer, como o arroz, o pinhão, o mel, e este ano os patês de sardinha.
Marcamos também o nosso agradecimento com a oferta de um objecto com significado para todos os cristãos.

Recordemos aqui alguns desses objectos:

Maio de 2005
O Terço - Lembrança do pedido da Virgem em Fátima.



Maio de 2006
A Cruz - Sinal do "amor louco" de Deus por cada um de nós.



Maio de 2007
A Bíblia - A palavra de Deus para amar e viver.



Este ano iremos oferecer:

A Vela - Pois Cristo é a luz do mundo.






Caminhar do Sul no Mundo