segunda-feira, 12 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé


12 DE MAIO - 7º DIA DE CAMINHADA
Torres Novas - Santuário de Fátima


Últimas recomendações




Hora do adeus




Descanso em Chancelaria




Subida da Serra de Aires e Candeeiros







Última foto de grupo - Bairro




Parabéns Joaquim - 12.05.2008




Entrada no Santuário




Chegada à Capelinha das Aparições




Junto da Capelinha das Aparições




À noite no Santuário





Nossa Senhora




Paz e Bem.
Um sonho, um caminho, uma meta atingida.
Dificuldades, alegrias, lágrimas e risos.
Tudo a Mãe acolhe.

Beijinhos dos Irmãozinhos de S. Francisco de Assis

(Mensagem enviada por telemóvel quando o grupo entrava no Santuário)

domingo, 11 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé



11 DE MAIO - 5º DIA DE CAMINHADA
Chamusca - Torres Novas



Grupo nos Bombeiros Voluntários da Chamusca




Ponte da Chamusca




Cantando no adro da Igreja em Riachos




Igreja Paroquial de Stº António de Riachos




Almoço no salão da J. Freg. de Riachos




A caminho de Torres Novas




Oferta de agradecimento no Lar de S. Gião
Stª Casa da Misericórdia de Torres Novas




Momento de reflexão e oração

sábado, 10 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé



10 DE MAIO - 5º DIA DE CAMINHADA
Almeirim - Chamusca



Pequeno almoço no Lar de S. José




Agradecer em Almeirim




Hora de reflectir




Hora do café




Quinta da Torre - Alpiarça




Pelos prados verdejantes




Descanso na Quinta Nova

sexta-feira, 9 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé

9 DE MAIO - 4º DIA DE CAMINHADA
Coruche - Almeirim



Oferta de agradecimento
Stª Casa da Misericórdia de Coruche




A caminho da Raposa




O almoço no centro cultural da Raposa




Atendimento pelos "Búzios" na Raposa




Celebração da Eucaristia na Quinta do Convento da Serra




Acção de Graças




A caminho de Almeirim




O local de acolhimento

6ª Peregrinação a Pé - 2008


8 DE MAIO - 3º DIA DE CAMINHADA
Cortiçadas do Lavre - Coruche



Recepção dos peregrinos na Igreja de Cortiçadas do Lavre




Grupo em Cortiçadas do Lavre




Parabéns Lena - 08.05.2008




Chegada a Coruche




Hora de Adoração




A Palavra do Senhor para cada um de nós




Adoração ao Santíssimo Sacramento



A Luz de Cristo, prova da nossa gratidão




Fraternidade dos Irmãozinhos de S. Francisco de Assis com as Guias


quarta-feira, 7 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé - 2008

7 DE MAIO - 2º DIA DE CAMINHADA
Cabrela- Cortiçadas do Lavre


Amanhecendo
Centro Juvenil Salesiano



Comendo



Apoiando



Agradecendo
Centro Juvenil Salesiano, Vendas Novas



Reencontrando



Descansando



Caminhando




Jantando
Centro Cultural R.e D. de Cortiçadas do Lavre


terça-feira, 6 de maio de 2008

6ª Peregrinação a Pé - 2008


6 DE MAIO - 1º DIA DE CAMINHADA
Alcácer do Sal - Cabrela


A entrega dos acessórios



O Pai Nosso



A entrega do estandarte e da vassoura



A Benção



A partida



A caminho



O almoço



O momento de reflexão




Nesta Peregrinação Consagremo-nos a Nossa Senhora

Ó Senhora minha,
Ó minha Mãe,
Eu me ofereço todo a Vós,
E em prova da minha devoção para convosco,
Vos consagro, neste dia,
Os meus olhos,
Os meus ouvidos,
A minha boca,
O meu coração
E inteiramente todo o meu ser.

E porque assim sou todo Vosso,
Ó boa e incomparável Mãe,
Lembrai-vos que vos pertenço
Terna mãe, Senhora Nossa
Guardai-me e defendei-me
Como coisa e propriedade vossa

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Peregrinos:

Amanhã partimos em Peregrinação a pé para Fátima!

Vamos tentar reportar alguns momentos da nossa caminhada até ao Santuário de Fátima. Bem sei que será muito difícil, mas com a ajuda de alguns peregrinos "mestres" em informática, fotografia, jornalismo... Não prometemos mas vamos tentar!


Venho a Fátima com o Terço nas mãos,
o Nome de Maria nos lábios,
o Cântico da Misericórdia de Deus no Coração.


João Paulo II - Fátima 12.05.1982

domingo, 4 de maio de 2008

As nossas reflexões

Este ano durante a nossa caminhada para Fátima, iremos reflectir sobre este texto extraido do Livro "O Príncipe e a Lavadeira" do Padre Nuno Tovar de Lemos.


"Nós e Deus

O PEIXE E O MAR

Uma vez pediram a um peixe para falar do mar.
- Fala-nos do mar – disseram-lhe.
- Dizem que é muito grande o mar, respondeu o peixe.
Dizem que sem ele morreríamos. Não sou o peixe mais indicado para vos falar do mar. Eu, do mar, o que conheço bem são só estes dez metros à superfície. É só deles que vos posso falar. É aqui que passo o meu tempo, quase sempre distraído. Ando de um lado para o outro, à procura de comida ou simplesmente às voltas com o meu cardume. No meu cardume não se fala de mar. Fala-se das algas, das rochas, das marés, dos peixes grandes e perigosos, dos peixes pequenos e saborosos e de que temperatura fará amanhã. O meu cardume é assim: eles vão e eu vou atrás deles.
- Mas tu, que és peixe, nunca sentistes o mar?
- Creio que o sinto, às vezes, ao passar-me nas guelras.
Umas vezes sinto-o, outras não. Às vezes sinto-o quando me distraio com outras coisas. Fecho os olhos e fico a sentir o mar. Isto tudo de noite, claro, para que os outros não vejam. Diriam que sou louco por dar tempo ao mar.
- Conheces o mar, portanto. Podes falar-nos do mar?
- Sei que é grande e profundo, mas não vos quero enganar. Sei de peixes que já desceram ao fundo do mar. Quando os ouvi falar percebi que não conheço o mar. Perguntem-lhes a eles, que vos saberão falar do mar. Eu nunca desci muito fundo. Eu nunca desci muito fundo. Bem, talvez uma ou duas vezes... Um dia as ondas eram tão fortes que eu tive de me deixar levar muito fundo, para não morrer. Nunca lá tinha estado e nunca esquecerei que lá estive. Apenas vos sei falar bem da superfície do mar...
- Foi mau, quando desceste? Por que voltaste á superfície?
- Não foi mau. Foi muito bom. Havia muita paz, muito silêncio. Era como se fosse lá a minha casa, como se ali eu estivesse inteiro.
- Por que não voltaste lá ao fundo? Por preguiça?
- Às vezes acho que é preguiça, outras vezes acho que é medo.
- Medo? Mas tu não disseste que era bom? Medo de quê?
- Medo do desconhecido, medo de me perder. Aqui à superfície já estou habituado. Adquiri um certo estatuto para mim mesmo. Controlo as coisas ou, pelo menos, tenho a sensação de as controlar. Lá em baixo não sei bem o que me pode acontecer. Estou todo nas mãos do mar.
- Tiveste medo, quando chegaste ao fundo do mar?
- Não tive medo algum... Era tudo muito simples... E no entanto agora tenho medo... Mas eu não cheguei ao fundo do mar! Apenas estive menos à superfície.
- E que dizem os outros, os que lá estiveram?
- Dizem coisa que eu não entendo. Dizem que é preciso ir para perceber. E dizem que nada há de mais importante na vida de um peixe.
- E explicam como se vai?
- Aí é que está. Explicam que não se chega lá por esforço, que só podemos fazer esforço em deixar-nos ir. Que é só o mar que nos leva ao mar.
Então veio uma corrente mais forte que o fazia descer. O peixe tentou lutar contra ela com quantas forças tinha, à medida que via distanciarem-se as coisas da superfície. Talvez para sempre... Mas depois fechou os olhos, confiou e já sem medo deixou-se ir."

Caminhar do Sul no Mundo