quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Dia da Igreja Diocesana

No próximo Sábado dia 4 de Outubro, Montemor-o-Novo vai receber o Dia da Igreja Diocesana de Évora, marcando assim o arranque do novo Ano Pastoral.

A jornada, decorrerá no Parque de Feiras e Exposições de Montemor-o-Novo,
começará pelas 9h, com o acolhimento, e pelas 9h30, Oração de Laudes. Ás 10h será proferida uma pequena palestra sobre S. Paulo, o personagem que inspirará todas as actividades do Ano Pastoral uma vez que a Igreja celebra o Ano Paulino.
Depois de um breve intervalo, far-se-á a exposição do Plano Pastoral para o presente ano sob o tema “Caminhar com S. Paulo ao encontro de Cristo!” Os trabalhos terminarão por volta das 13h.

Todos os cristãos da Arquidiocese de Évora estão convocados para esta reunião magna.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Para guardar na memória e no coração

A pessoa crente é a que vive as virtudes teologais:

A Fé - que nos permite viver a vida como um Sim perfeito a Deus;
A Esperança - que nos ajuda a ver para lá do presente e a esperar de Deus todos os bens;
A Caridade (amor) - que nos faz amar a todos como Jesus, reconhecendo em cada próximo um irmão.


A FÉ, A ESPERANÇA E A CARIDADE SÃO AS VIRTUDES QUE IDENTIFICAM O CRISTÃO.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Como é bom ajudar!

"Só quem ajuda os pobres e pratica a caridade sem interesses vai entender bem o teor desta crónica. Vamos aqui tentar mostrar, com base na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica, o que os cientistas norte-americanos já provaram: ajudar o próximo faz bem. Faz realmente muito bem a todos nós, não apenas pelos benefícios saudáveis que o nosso corpo e mente recebem pelo acto de amor realizado, mas pelo bónus que ganhamos perante Deus por termos sido generosos e solidários.

Em Lucas 6 (versículo 38), Jesus assim disse: "Dai e vos será dado". Ou seja, quanto mais você der a quem precisa, despretensiosamente, mais Deus lhe concederá bênçãos e vitórias na vida. Certas denominações cristãs pregam o contrário, exigindo que Deus nos dê tudo e agora se formos bons dizimistas. Mas na verdade a recompensa, abundante, virá pela prática das obras de caridade junto aos mais pobres. Portanto, quanto mais você der, mais Deus também lhe dará e sua vida será abençoada. Nem sempre vemos os sinais dessa graça, mas elas existem e podem ocorrer anos mais à frente sem que nós percebamos.

Em Actos 20 (versículo 35), São Paulo nos ensina que "convém acudir aos fracos", e arremata: "é maior felicidade dar que receber". Ora, acudir aos fracos é exactamente o que os vicentinos realizam quando das suas visitas domiciliares semanais. E todos nós sabemos que alegria é poder ajudar, pois muito aprendemos com nossos "amos e senhores" e com eles é que buscamos nossa santificação pessoal. São Francisco de Assis foi um dos santos que mais praticou essa expressão do "é dando que se recebe" ao falar da "donzela pobreza" e da "irmã caridade".

Outra passagem contundente está na segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (capítulo 9, versículo 10), onde está escrito que "aquele que dá a semente ao semeador e o pão para comer, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça". O texto é claríssimo: se agirmos fazendo o bem, seremos recompensados com muitos frutos. No Evangelho de Marcos (capítulo 10, 29-30), Jesus promete "cem por um e o Reino dos Céus" por causa do Evangelho.

Além de tudo, a prática das obras de caridade perdoa nossas faltas, como disse São Paulo em sua primeira carta (capítulo 4, versículo 8): "Mantenham entre vós uma caridade ardente, porque a caridade cobre uma multidão dos pecados". O Catecismo também nos ensina que, juntamente com a oração, a penitência e o jejum, a prática das obras de caridade e de fraternidade são fundamentais para a vida do cristão. Mas não podemos esquecer que o acto bom (dar esmola), se realizado com base numa intenção má (a vanglória) torna-se mal como citado em Mateus 6, 2-4: "Quando deres esmola, não toques trombeta como fazem os hipócritas, mas que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita".

Portanto, ajudar os pobres faz bem a quem ajuda, agrada a Deus que nos cumula de bênçãos, cumpre a missão evangélica em alto grau de misericórdia e contribui para a redução das desigualdades sociais que existem em todos os cantos da Terra, antecipando o Reino de Deus entre nós.

Como mensagem final, meditemos no quadro incomparável sobre a caridade que nos deixou o apóstolo São Paulo: "A caridade é paciente, é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho, nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda seu rancor, não se alegra com a injustiça mas se regozija com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Coríntios 13, 4-7)

Renato Lima"
In Boletim Português Sociedade de São Vicente de Paulo, Julho 2008

domingo, 28 de setembro de 2008

26º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes
e aos anciãos do povo:
«Que vos parece?
Um homem tinha dois filhos.
Foi ter com o primeiro e disse-lhe:
‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’.
Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’.
Depois, porém, arrependeu-se e foi.
O homem dirigiu-se ao segundo filho
e falou-lhe do mesmo modo.
Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’.
Mas de facto não foi.
Qual dos dois fez a vontade ao pai?»
Eles responderam-Lhe: «O primeiro».
Jesus disse-lhes:
«Em verdade vos digo:
Os publicanos e as mulheres de má vida
irão diante de vós para o reino de Deus.
João Baptista veio até vós,
ensinando-vos o caminho da justiça,
e não acreditastes nele;
mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram.
E vós, que bem o vistes,
não vos arrependestes, acreditando nele».

Mt 21,28-32



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A cadeia da vida

O pobre e o rico são duas pessoas.
O soldado defende os dois;
O contribuinte paga para os três;
E o operário trabalha para os quatro.
O vadio come dos cinco;
O capitalista explora os seis;
E o advogado vive dos sete.
O bêbado ri-se dos oito;
O confessor absolve os nove;
O médico trata os dez;
E o cangalheiro enterra os onze.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Nas Pegadas de São Paulo - Livro do mês



Partindo sobretudo do livro dos Actos dos Apóstolos e das cartas do próprio São Paulo, Peter Walker reconstrói, neste livro, as longas viagens do Apóstolo, detendo-se em alguns dos locais mais importantes da Igreja primitiva.Iniciando o percurso em Damasco, o leitor segue Paulo nas suas primeira e segunda viagens missionárias, a seguir acompanha-o, de regresso da terceira viagem, na sua última visita a Jerusalém e Cesareia, e, finalmente, chega a Roma. Cada capítulo concentra-se num local em particular e inclui, para além de vários mapas e abundantes fotografias: uma parte mais extensa que narra a relação de Paulo com esse lugar; um quadro com as datas dos acontecimentos mais significativos relacionados com cada lugar; e uma última parte que explora o lugar tal como pode ser encontrado pelo visitante hodierno.
O leitor é assim levado numa fantástica viagem, em que atravessa as estreitas Portas de Cilícia, no Sul da Turquia, visita os mercados de Atenas, Corinto e Éfeso, contempla as planícies desertas da Galácia e navega junto da fria e ventosa costa de Malta.

«Bom conhecedor de geografia, homem polémico entre o herói e o vilão, que decidiu viajar incansavelmente – a pé, de barco ou de jumento – em nome da sua fé em Jesus, [São Paulo acaba] por proporcionar, a quem lhe segue as pisadas, o embarque “numa viagem abrangente pelas terras do Mediterrâneo”. Foi esse o projecto que Peter Walker meteu na cabeça e concretizou no livro Nas Pegadas de São Paulo.» António Marujo, in Revista Fugas (PÚBLICO)

Autor: Peter Walker
ISBN: 978-972-751-897-5
Nº Páginas: 220
Formato: 20x24,5
Peso: 880 gr.
Preço: € 23.80

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Adoração ao Santíssimo Sacramento

No próximo sábado dia 27 de Setembro, pelas 21h00m, na Sé de Beja, vai realizar-se uma Adoração ao Santíssimo Sacramento, com o apoio da Fraternidade dos Irmãozinhos de S. Francisco de Assis, primeira deste novo ano pastoral. Aqui fica o convite à vossa presença.



«Eu olho para Ele e Ele olha para mim»

domingo, 21 de setembro de 2008

O nosso novo Pároco


O Padre José António Gonçalves, nasceu no dia 28 de Março de 1965, na cidade da Covilhã. É o segundo de quatro irmãos e filho de Avelino de Sousa Gonçalves (falecido) e de Benvinda da Luz Gonçalves.

O gérmem da vocação sacerdotal surgiu-lhe na escola primária, aos dez anos, tendo entrado no Seminário Menor do Fundão em 1976. Depois do Seminário Menor, frequentou ainda os primeiros anos do curso teológico no Seminário Maior da Guarda e transitou para o Seminário de Évora no ano de 1985, onde concluiu a sua formação sacerdotal, tendo completado o curso teológico no Instituto Superior de Teologia de Évora.

Durante o período de Seminário trabalhou em várias paróquias e movimentos: Paróquias da Azaruja, Evoramonte, São Miguel de Machede, Lavre, Pastoral Universitária de Évora, Pastoral dos Doentes no Hospital de Évora, actividades pastorais na Cadeia de Évora, Convívios Fraternos e Missões Populares. Sendo já diácono, fez o Estágio Pastoral, no final do curso, na Paróquia de Santo André de Estremoz.

Foi ordenado presbítero no dia 2 de Julho de 1989, por D. Maurílio de Gouveia, na Igreja paroquial de Sousel e celebrou a Missa Nova na sua terra natal no dia 9 de Julho seguinte.

Logo após a ordenação foi nomeado professor e formador do Seminário Menor em Vila Viçosa, onde esteve três anos. Durante este período, iniciou os estudos de Línguas e Literaturas Clássicas, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde concluiu a Licenciatura.

Em Setembro de 1992 foi nomeado Pároco das Paróquias do Cano (concelho de Sousel), Santa Vitória do Ameixial e São Bento do Ameixial (Concelho de Estremoz), tendo exercido a paroquialidade destas Paróquias durante apenas dois anos, sendo simultaneamente professor de Latim e Português em várias escolas secundárias da região.

Em Setembro de 1994, foi nomeado Pároco de Samora Correia, tendo realizado aqui a sua mais longa actividade pastoral, durante dez anos. Como Pároco de Samora Correia, foi presidente da Fundação Padre Tobias, onde, para além da implementação das valências da Creche, Jardim de Infância e Centro de Dia, construiu o Lar de 3ª Idade da Fundação.
No ano de 2004, foi nomeado Pároco das Paróquias da Azervadinha, Rebocho, Biscaínho e Branca (Concelho de coruche), acumulando com a actividade lectiva no Instituto Superior de Teologia de Évora, onde lecciona a cadeira de Latim I e Latim II.

Acaba de ser nomeado Pároco das Paróquias de Santiago em Alcácer do Sal, Santa Susana e São Cristovão, cuja tomada de posse ocorreu hoje dia 21 de Setembro de 2008.

25º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola:
«O reino dos Céus pode comparar-se a um proprietário,
que saiu muito cedo a contratar trabalhadores para a sua vinha.
Ajustou com eles um denário por dia
e mandou-os para a sua vinha.
Saiu a meio da manhã,
viu outros que estavam na praça ociosos e disse-lhes:
‘Ide vós também para a minha vinha
e dar-vos-ei o que for justo’.
E eles foram.
Voltou a sair, por volta do meio-dia e pelas três horas da tarde,
e fez o mesmo.
Saindo ao cair da tarde,
encontrou ainda outros que estavam parados e disse-lhes:
‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’
Eles responderam-lhe: ‘Ninguém nos contratou’.
Ele disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha’.
Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao capataz:
«Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário,
a começar pelos últimos e a acabar nos primeiros’.
Vieram os do entardecer e receberam um denário cada um.
Quando vieram os primeiros, julgaram que iam receber mais,
mas receberam também um denário cada um.
Depois de o terem recebido,
começaram a murmurar contra o proprietário, dizendo:
‘Estes últimos trabalharam só uma hora
e deste-lhes a mesma paga que a nós,
que suportámos o peso do dia e o calor’.
Mas o proprietário respondeu a um deles:
‘Amigo, em nada te prejudico.
Não foi um denário que ajustaste comigo?
Leva o que é teu e segue o teu caminho.
Eu quero dar a este último tanto como a ti.
Não me será permitido fazer o que eu quero do que é meu?
Ou serão maus os teus olhos porque eu sou bom?’
Assim, os últimos serão os primeiros
e os primeiros serão os últimos».


Mt 20,1-16a

sábado, 20 de setembro de 2008

Para interiorizar...

O AMOR É UMA LUZ que não deixa escurecer a vida. Ninguém é pobre quando ama.

Camilo Castelo Branco

Caminhar do Sul no Mundo