quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Peregrinos:
De tudo ficaram três coisas:
a certeza de que estamos sempre começando...
a certeza de que é preciso continuar...
a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
PORTANTO DEVEMOS
fazer da interrupção um caminho novo...
da queda um passo de dança...
do medo, uma escada...
do sonho, uma ponte...
da procura... um encontro
Fernando Pessoa (1888,1935)
A TODOS VÓS UM BOM ANO DE 2009!
domingo, 28 de dezembro de 2008
Festa da Sagrada Família - Ano B
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Ao chegarem os dias da purificação, segundo a Lei de Moisés,
Maria e José levaram Jesus a Jerusalém,
para O apresentarem ao Senhor,
como está escrito na Lei do Senhor:
«Todo o filho primogénito varão será consagrado ao Senhor»,
e para oferecerem em sacrifício
um par de rolas ou duas pombinhas,
como se diz na Lei do Senhor.
Vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão,
homem justo e piedoso,
que esperava a consolação de Israel;
e o Espírito Santo estava nele.
O Espírito Santo revelara-lhe que não morreria
antes de ver o Messias do Senhor;
e veio ao templo, movido pelo Espírito.
Quando os pais de Jesus trouxeram o Menino
para cumprirem as prescrições da Lei no que lhes dizia respeito,
Simeão recebeu-O em seus braços
e bendisse a Deus, exclamando:
«Agora, Senhor, segundo a vossa palavra,
deixareis ir em paz o vosso servo,
porque os meus olhos viram a vossa salvação,
que pusestes ao alcance de todos os povos:
luz para se revelar às nações
e glória de Israel, vosso povo».
O pai e a mãe do Menino Jesus estavam admirados
com o que d’Ele se dizia.
Simeão abençoou-os
e disse a Maria, sua Mãe:
«Este Menino foi estabelecido
para que muitos caiam ou se levantem em Israel
e para ser sinal de contradição;
- e uma espada trespassará a tua alma -
assim se revelarão os pensamentos de todos os corações».
Havia também uma profetiza,
Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser.
Era de idade muito avançada
e tinha vivido casada sete anos após o tempo de donzela
e viúva até aos oitenta e quatro.
Não se afastava do templo,
servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações.
Estando presente na mesma ocasião,
começou também a louvar a Deus
e a falar acerca do Menino
a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.
Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor,
voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré.
Entretanto, o Menino crescia
e tornava-Se robusto, enchendo-Se de sabedoria.
E a graça de Deus estava com Ele.
Lucas 2,22-40
sábado, 27 de dezembro de 2008
Natal: «… paz na terra!»
«Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados!» Desde que este hino ecoou, desde a noite em que os anjos o cantaram, muitas guerras, injustiças e actos de violência feriram a humanidade. A própria história do Natal é contada com um fundo trágico: o imperador Augusto pretendia fazer chegar a paz a todo o seu império, mas essa não era mais do que uma pseudo-paz, estabelecida à custa de inúmeras opressões.
Nestes dias de Natal, ainda me sinto marcado pelas palavras de uma jovem ruandesa, chamada Clarisse, que escutei há algumas semanas. Estávamos em Nairobi, no Quénia. Juntamente com as Igrejas dessa cidade, a nossa Comunidade tinha preparado um encontro de jovens para fins de Novembro. Era uma etapa africana da nossa «Peregrinação de Confiança através da Terra». Reuniram-se jovens de quinze países africanos. Clarisse pronunciou estas palavras: «Digam na Europa para que se reze pelos jovens do Ruanda. Lá, o desemprego faz devastações. E ainda há todos aqueles que, por causa dos sofrimentos vividos durante genocídio, já não conseguem acreditar em Deus, nem mesmo acreditar na vida.»
Entre estes jovens, se havia tristezas, havia também felicidade. Por mais impressionante que pareça, em África, as dificuldades da vida não afastam a alegria, a gravidade das situações não exclui a dança. Durante as orações comunitárias, explodia uma vitalidade, sobretudo nos cantos de louvor. Sete mil jovens a cantar juntos libertavam uma energia extraordinária, que saía do mais profundo de si mesmos. Após as leituras bíblicas, um longo silêncio expressava a espera comum a todos, quer fossem kikujus, louos, massaï, congoleses, ruandeses: paz sobre a terra!
Com estes jovens africanos, recordámos-nos que o Evangelho se abre sobre a grande esperança da noite de Natal: Deus não enviou o seu Filho para não mudar nada. A sua glória nas alturas é a paz na terra. Mas ele não impõe esta paz das alturas. O Evangelho conta a maneira inacreditável como Deus age com a humanidade. Em Jesus, ele vem pedir a cada uma e cada um, geração após geração, para participar na sua obra de reconciliação. Então, mesmo nas horas sombrias, a promessa do Natal é fonte de perseverança para os que procuram construir a paz onde ela é ameaçada.
No Natal, compreendemos que a paz é um dom de Deus e que é importante, em primeiro lugar, acolhê-lo. Somos chamados a uma verdadeira conversão, voltando-nos para uma criança numa creche. Sem esta conversão do coração, não há paz verdadeira, apenas aparência de paz, como a do imperador Augusto. «Começai em vocês próprios a obra de paz para que, uma vez pacificados vocês mesmos, possais levar a paz aos outros», dizia Santo Ambrósio.
Quando celebramos o Natal, Deus faz nascer em nós a paz de coração. Nós vamos buscá-la à confiança que temos de que Deus ama os homens, todos os homens sem distinção.
Contudo, para muitos dos nossos contemporâneos, entender tal palavra sobre o amor de Deus parece demasiado fácil. São muitos os que procuram seriamente dar um sentido à sua vida, sem, no entanto, serem capazes de acreditar num Deus pessoal que os ama. Estaremos suficientemente atentos àqueles a quem uma procura da fé coloca perante um Deus que lhes parece incompreensível?
No Natal celebramos um Deus que se faz próximo, mas não queremos esquecer que ele permanecerá sempre para além daquilo que podemos compreender. Abramos generosamente o nosso coração e a nossa inteligência a estas duas dimensões do mistério de Deus: à sua proximidade e à sua transcendência.
Nem todos podem compreender estas duas dimensões. Alguns são tocados pela sua presença muito próxima, quase sensível ao seu coração. Outros, como a Madre Teresa, conhecem sobretudo o silêncio de Deus. No entanto, é possível caminhar com Jesus: ele conheceu simultaneamente a grande proximidade e o silêncio ao mesmo tempo. Os Padres da Igreja comentaram muito bem a simultânea encarnação e incompreensibilidade de Deus.
A fé cristã aparece, então, como um risco, como a audácia da confiança. Toda a Bíblia nos conduz a esta confiança: é o Deus absolutamente transcendente que nos vem falar numa linguagem acessível.
Meditar a proximidade de Deus manifestada no Natal provocará sempre o espanto. O Verbo fez-se carne. Deus fez-se vulnerável. Santo Agostinho insiste: a sua palavra torna-se numa pequena criança incapaz de falar. A partir do seu nascimento, Jesus é lançado à precariedade, à instabilidade da existência humana. Imediatamente depois, sofre com Maria e José a perseguição e o exílio.
No Natal, já se mostra a sombra da cruz . Encarnando-se, Deus escolhe revestir a fragilidade humana. Vem habitar as nossas rupturas e os nossos sofrimentos. Cristo junta-se a nós no mais baixo, faz-se homem como nós para melhor nos estender a mão.
Pela vinda de Jesus, Deus compromete-se a uma verdadeira partilha. Assume a nossa humanidade e, através dela, a nossa própria pessoa. Em troca, comunica-nos a sua vida. Maria é a garantia de que esta partilha é real, pois ela traz a promessa que conduzirá à reconciliação da humanidade com Deus.
Ousemos reconhecer na pequena criança do presépio a presença de Deus, acolhamos a sua paz, e com ela a esperança de paz para o mundo inteiro. No Natal, Deus envia-nos a transmitir esta paz a todo o lado. O nosso mundo precisa de mulheres e de homens corajosos que através da sua existência expressem o apelo do Evangelho à reconciliação.
Recordemos que na história, por vezes bastaram algumas pessoas para fazer inclinar a balança no sentido da paz. A confiança e a coragem de uma mulher, a Virgem Maria, foram suficientes para deixar Deus entrar na nossa humanidade. Deixemo-nos levar por esta confiança e por esta coragem. Podemos lê-las nos olhos desta Virgem com o Menino aqui representada, inspirada no rosto de uma jovem africana.
Meditação do irmão Alois, de Taizé
Nestes dias de Natal, ainda me sinto marcado pelas palavras de uma jovem ruandesa, chamada Clarisse, que escutei há algumas semanas. Estávamos em Nairobi, no Quénia. Juntamente com as Igrejas dessa cidade, a nossa Comunidade tinha preparado um encontro de jovens para fins de Novembro. Era uma etapa africana da nossa «Peregrinação de Confiança através da Terra». Reuniram-se jovens de quinze países africanos. Clarisse pronunciou estas palavras: «Digam na Europa para que se reze pelos jovens do Ruanda. Lá, o desemprego faz devastações. E ainda há todos aqueles que, por causa dos sofrimentos vividos durante genocídio, já não conseguem acreditar em Deus, nem mesmo acreditar na vida.»
Entre estes jovens, se havia tristezas, havia também felicidade. Por mais impressionante que pareça, em África, as dificuldades da vida não afastam a alegria, a gravidade das situações não exclui a dança. Durante as orações comunitárias, explodia uma vitalidade, sobretudo nos cantos de louvor. Sete mil jovens a cantar juntos libertavam uma energia extraordinária, que saía do mais profundo de si mesmos. Após as leituras bíblicas, um longo silêncio expressava a espera comum a todos, quer fossem kikujus, louos, massaï, congoleses, ruandeses: paz sobre a terra!
Com estes jovens africanos, recordámos-nos que o Evangelho se abre sobre a grande esperança da noite de Natal: Deus não enviou o seu Filho para não mudar nada. A sua glória nas alturas é a paz na terra. Mas ele não impõe esta paz das alturas. O Evangelho conta a maneira inacreditável como Deus age com a humanidade. Em Jesus, ele vem pedir a cada uma e cada um, geração após geração, para participar na sua obra de reconciliação. Então, mesmo nas horas sombrias, a promessa do Natal é fonte de perseverança para os que procuram construir a paz onde ela é ameaçada.
No Natal, compreendemos que a paz é um dom de Deus e que é importante, em primeiro lugar, acolhê-lo. Somos chamados a uma verdadeira conversão, voltando-nos para uma criança numa creche. Sem esta conversão do coração, não há paz verdadeira, apenas aparência de paz, como a do imperador Augusto. «Começai em vocês próprios a obra de paz para que, uma vez pacificados vocês mesmos, possais levar a paz aos outros», dizia Santo Ambrósio.
Quando celebramos o Natal, Deus faz nascer em nós a paz de coração. Nós vamos buscá-la à confiança que temos de que Deus ama os homens, todos os homens sem distinção.
Contudo, para muitos dos nossos contemporâneos, entender tal palavra sobre o amor de Deus parece demasiado fácil. São muitos os que procuram seriamente dar um sentido à sua vida, sem, no entanto, serem capazes de acreditar num Deus pessoal que os ama. Estaremos suficientemente atentos àqueles a quem uma procura da fé coloca perante um Deus que lhes parece incompreensível?
No Natal celebramos um Deus que se faz próximo, mas não queremos esquecer que ele permanecerá sempre para além daquilo que podemos compreender. Abramos generosamente o nosso coração e a nossa inteligência a estas duas dimensões do mistério de Deus: à sua proximidade e à sua transcendência.
Nem todos podem compreender estas duas dimensões. Alguns são tocados pela sua presença muito próxima, quase sensível ao seu coração. Outros, como a Madre Teresa, conhecem sobretudo o silêncio de Deus. No entanto, é possível caminhar com Jesus: ele conheceu simultaneamente a grande proximidade e o silêncio ao mesmo tempo. Os Padres da Igreja comentaram muito bem a simultânea encarnação e incompreensibilidade de Deus.
A fé cristã aparece, então, como um risco, como a audácia da confiança. Toda a Bíblia nos conduz a esta confiança: é o Deus absolutamente transcendente que nos vem falar numa linguagem acessível.
Meditar a proximidade de Deus manifestada no Natal provocará sempre o espanto. O Verbo fez-se carne. Deus fez-se vulnerável. Santo Agostinho insiste: a sua palavra torna-se numa pequena criança incapaz de falar. A partir do seu nascimento, Jesus é lançado à precariedade, à instabilidade da existência humana. Imediatamente depois, sofre com Maria e José a perseguição e o exílio.
No Natal, já se mostra a sombra da cruz . Encarnando-se, Deus escolhe revestir a fragilidade humana. Vem habitar as nossas rupturas e os nossos sofrimentos. Cristo junta-se a nós no mais baixo, faz-se homem como nós para melhor nos estender a mão.
Pela vinda de Jesus, Deus compromete-se a uma verdadeira partilha. Assume a nossa humanidade e, através dela, a nossa própria pessoa. Em troca, comunica-nos a sua vida. Maria é a garantia de que esta partilha é real, pois ela traz a promessa que conduzirá à reconciliação da humanidade com Deus.
Ousemos reconhecer na pequena criança do presépio a presença de Deus, acolhamos a sua paz, e com ela a esperança de paz para o mundo inteiro. No Natal, Deus envia-nos a transmitir esta paz a todo o lado. O nosso mundo precisa de mulheres e de homens corajosos que através da sua existência expressem o apelo do Evangelho à reconciliação.
Recordemos que na história, por vezes bastaram algumas pessoas para fazer inclinar a balança no sentido da paz. A confiança e a coragem de uma mulher, a Virgem Maria, foram suficientes para deixar Deus entrar na nossa humanidade. Deixemo-nos levar por esta confiança e por esta coragem. Podemos lê-las nos olhos desta Virgem com o Menino aqui representada, inspirada no rosto de uma jovem africana.
Meditação do irmão Alois, de Taizé
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Blog de Ouro
O blog "A paixão de ser catequista" de Celina Machado premiou "Caminhar do Sul" com o prémio "Blog de Ouro"

Bem haja Celina por este prémio!
É meu dever entregar este selo de Ouro a outros 5 blogues que considero merecedores deste prémio. Aqui ficam os premiados:
"A Caminho" - Grupo a Caminho
"Caminhando ao Encontro" - Catequista
"Libelinha" - Maria Libelinha
"Contra a Indiferença" - Fernando Nobre
"Mafaoli" - Mafaoli
Aos blogues vencedores deste prémio, deverão por favor seguir estas regras:
- copiar o prémio e colocar no seu blog;
- fazer referência do meu nome e colocar o endereço do meu blog (se assim o entender);
- presentear 5 pessoas cujos blogs sejam uma inspiração para si;
- deixar um comentário nesses blogs para que saibam que ganharam um prémio.
Jesus, modelo de pessoa crente
Auto retrato
Eu sou o Bom Pastor (Jo 10,11)
Eu sou a Luz do Mundo (Jo 8,12)
Eu sou o Caminho (Jo 14,6)
Eu sou a Verdade (Jo 14,6)
Eu sou a Vida (Jo 14,6)
Eu sou a Ressurreição (Jo 11,25)
Sou Filho de Deus (Jo 10,36)
Jesus Cristo
Eu sou o Bom Pastor (Jo 10,11)
Eu sou a Luz do Mundo (Jo 8,12)
Eu sou o Caminho (Jo 14,6)
Eu sou a Verdade (Jo 14,6)
Eu sou a Vida (Jo 14,6)
Eu sou a Ressurreição (Jo 11,25)
Sou Filho de Deus (Jo 10,36)
Jesus Cristo
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
JESUS nasceu!

Francisco celebrava com inefável alegria o nascimento do Menino Jesus
e chamava festa das festas ao dia em que Deus,
feito menino,
se amamentava como todos os filhos dos homens.
2Celano 199
2Celano 199
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Peregrinos:
Que neste Natal o Senhor Deus, em Belém feito Menino, vos mostre o seu rosto, vos Abençoe, e vos dê a Sua paz. SANTO NATAL!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Natal 2008
“Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é
o Messias senhor.”
(Lc 2, 11)
Senhor, nesta noite Santa, depositamos diante da Tua manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidas nos nossos corações.
Que esta mensagem de alegria e de esperançachegue a cada homem e a cada mulher do mundo. É Jesus Cristo quem traz a todos o amor do Pai celestial. É Ele o Salvador do mundo!
Abençoa, Menino Jesus, cada pessoa do mundo, colocando no seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura da nossa fé.
o Messias senhor.”
(Lc 2, 11)
Senhor, nesta noite Santa, depositamos diante da Tua manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas e esperanças contidas nos nossos corações.
Que esta mensagem de alegria e de esperança
Abençoa, Menino Jesus, cada pessoa do mundo, colocando no seu coração um pouco da luz eterna que vieste acender na noite escura da nossa fé.
Boas Festas. Natal alegre e feliz, com o Menino no coração.
Um excelente Ano Novo, cheio de bênçãos e repleto de graças.
Pe. Dário Pestka
Um excelente Ano Novo, cheio de bênçãos e repleto de graças.
Pe. Dário Pestka
Paróquia de Alvalade, Dezembro 2008
O SALVADOR:
Maria e José eram noivos. Antes de coabitarem, ela ficou grávida. José era justo. Não entendeu o que aconteceu com Maria, mas não quis denunciá-la à justiça, pois iriam apedrejá-la até à morte. E resolveu deixá-la secretamente. Mas o Anjo do Senhor disse-lhe em sonhos:« José, não temas receber Maria, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo.
Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados.» Já o profeta Isaías tinha anunciado:«A virgem conceberá e dará à luz um filho; e hão-de chamá-l'O Emanuel, que quer dizer: Deus connsco.»
Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados.» Já o profeta Isaías tinha anunciado:«A virgem conceberá e dará à luz um filho; e hão-de chamá-l'O Emanuel, que quer dizer: Deus connsco.»
(Mateus,1)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Venda de Natal 2008
Encerrou ontem a nossa Venda de Natal 2008, e mais uma vez podemos afirmar que foi um verdadeiro sucesso, graças à boa vontade, à dedicação e à generosidade que reina entre nós.
Aqui ficam os nossos agradecimentos para os peregrinos, Manuela Morais, Rosa Viegas, Rosa Ferro, Manuela Pascoal, Lídia Gomes, Maria Dulce e Maria Alice, Maria Julia Carvalho, Natércia Espinho, Alda Diogo, Cláudia Baptista e ao Rogério Rodrigues que executaram e doaram trabalhos para esta venda, à Sr. D. Maria Antónia Lince e ao Sr. Eng. António Maria Lince pela disponibilidade da sala, e a todas as pessoas que nos visitaram deixando o seu contributo. Bem haja a todos!
Aqui ficam os nossos agradecimentos para os peregrinos, Manuela Morais, Rosa Viegas, Rosa Ferro, Manuela Pascoal, Lídia Gomes, Maria Dulce e Maria Alice, Maria Julia Carvalho, Natércia Espinho, Alda Diogo, Cláudia Baptista e ao Rogério Rodrigues que executaram e doaram trabalhos para esta venda, à Sr. D. Maria Antónia Lince e ao Sr. Eng. António Maria Lince pela disponibilidade da sala, e a todas as pessoas que nos visitaram deixando o seu contributo. Bem haja a todos!
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