domingo, 15 de fevereiro de 2009

6º Domingo do Tempo Comum - Ano B

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo,
veio ter com Jesus um leproso.
Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe:
«Se quiseres, podes curar-me».
Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse:
«Quero: fica limpo».
No mesmo instante o deixou a lepra
e ele ficou limpo.
Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem:
«Não digas nada a ninguém,
mas vai mostrar-te ao sacerdote
e oferece pela tua cura o que Moisés ordenou,
para lhes servir de testemunho».
Ele, porém, logo que partiu,
começou a apregoar e a divulgar o que acontecera,
e assim, Jesus já não podia entrar abertamente
em nenhuma cidade.
Ficava fora, em lugares desertos,
e vinham ter com Ele de toda a parte.

Mc 1,40-45


“Somos hoje convidados a identificarmo-nos com o leproso do Evangelho.

Para que Jesus que transforma a nossa vida, que transforme os nossos conceitos e preconceitos, que transforme os nossos desejos e imperfeições, que transforme as nossas mazelas e deficiências, para nos tornar homens novos, vasos novos, como o oleiro que no barro imperfeito, volta a moldar para chegar à perfeição.
Que a lepra da nossa vida encontre em Jesus a perfeição e a certeza que todos precisamos.”

...Eu quero ser Jesus amado,
como o vaso nas mãos do oleiro,
rompendo a vida fazes de novo
eu quero ser um vaso novo!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Peregrino:

"O Amor... Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Fátima assinala falecimento da Ir. Lúcia



Duas iniciativas marcam este dia 13 de Fevereiro no Santuário de Fátima, por ocasião do quarto aniversário do falecimento da vidente Irmã Lúcia: a realização da Peregrinação Mensal, presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima, e a inauguração de uma exposição de fotografia sobre João Paulo II intitulada "Karol Wojtyla, a fé, o caminho, a amizade. Excursões com os Amigos (1952-1954)".
Esta exposição fica patente ao público na sala do topo Sul da Galilé dos Apóstolos Pedro e Paulo, junto à Capela do Lausperene, no complexo da Igreja da Santíssima Trindade.

In Agência Ecclesia
13 de Fevereiro 2009

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Presença Real

Deus está aqui neste momento
Sua presença é real no meu viver
Entrega a tua vida e teus problemas
Fala com Deus, Ele vai-Te ajudar

Oh, oh, oh,
Deus te trouxe aqui
Para aliviar os teus sofrimentos
Oh, oh, oh,
É ele o autor da Fé do princípio ao fim
De todos os teus momentos

E ainda se vierem noites traiçoeiras
Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo
E o mundo pode até
Fazer-te chorar
Mas Deus te quer sorrindo (bis)

Seja qual for o teu problema
Fala com Deus, Ele vai-te ajudar
Após a dor vem a alegria





Gravado ao vivo
Adoração ao Santíssimo Sacramento - FISFA
Vila de Frades - Fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O SUAVE MILAGRE

Ora entre Enganin e Cesareia, num casebre desgarrado, sumido na prega de um cerro, vivia a esse tempo uma viúva, mais desgraçada mulher que todas as mulheres de Israel. O seu filhinho único, todo aleijado, passara do magro peito a que ele o criara para os farrapos da enxerga apodrecida, onde jazera, sete anos passados, mirrando e gemendo. Também a ela a doença a engelhara dentro dos trapos nunca mudados, mais escura e torcida que uma cepa arrancada. E, sobre ambos, espessamente a miséria cresceu como bolor sobre cacos perdidos num ermo. Até na lâmpada de barro vermelho secara há muito o azeite. Dentro da arca pintada não restava um grão ou côdea. No Estio, sem pasto, a cabra morrera. Depois, no quinteiro, secara a figueira. Tão longe do povoado, nunca esmola de pão ou mel entrava o portal. E só ervas apanhadas nas fendas das rochas, cozidas sem sal, nutriam aquelas criaturas de Deus na Terra Escolhida, onde até às aves maléficas sobrava o sustento!

Um dia um mendigo entrou no casebre, repartiu do seu farnel com a mãe amargurada, e um momento sentado na pedra da lareira, coçando as feridas das pernas, contou dessa grande esperança dos tristes, esse rabi que aparecera na Galileia, e de um pão no mesmo cesto fazia sete, e amava todas as criancinhas, e enxugava todos os prantos, e prometia aos pobres um grande e luminoso reino, de abundância maior que a corte de Salomão. A mulher escutava, com os olhos famintos. E esse doce rabi, esperança dos tristes, onde se encontrava? O mendigo suspirou. Ah esse doce rabi! quantos o desejavam, que de desesperançavam! A sua fama andava por sobre toda a Judeia, como o sol que até por qualquer velho muro se estende e se goza; mas para enxergar a claridade do seu rosto, só aqueles ditosos que o seu desejo escolhia. Obed, tão rico, mandara os servos por toda a Galileia para que procurassem Jesus, o chamassem com promessas a Enganim; Sétimo, tão soberano, destacara os seus soldados até à costa do mar, para que buscassem Jesus, o conduzissem, por seu mando, a Cesareia. Errando, esmolando por tantas estradas, ele topara os servos de Obed, depois os legionários de Sétimo. E todos voltavam, como derrotados, com as sandálias rotas, sem ter descoberto em que mata ou cidade, em que toca ou palácio, se escondia Jesus.

A tarde caía. O mendigo apanhou o seu bordão, desceu pelo duro trilho, entre a urze e a rocha. A mãe retomou o seu canto, a mãe mais vergada, mais abandonada. E então o filhinho, num murmúrio mais débil que o roçar duma asa, pediu à mãe que lhe trouxesse esse rabi que amava as criancinhas, ainda as mais pobres, sarava os males, ainda os mais antigos. A mãe apertou a cabeça engelhada:
- Oh filho! e como queres que te deixe, e me meta aos caminhos, à procura do rabi da Galileia? Obed é rico e tem servos, e debalde buscaram Jesus, por areais e colinas, desde Chorazim até ao país de Moab. Sétimo é forte e tem soldados, e debalde correram por Jesus, desde Hébron até ao mar! Como queres que te deixe? Jesus anda por muito longe e nossa dor mora connosco, dentro destas paredes e dentro delas nos prende. E mesmo que o encontrasse, como convenceria eu o rabi tão desejado, por quem ricos e fortes suspiram, a que descesse através das cidades até este ermo, para sarar um entrevadinho tão pobre, sobre enxerga tão rota?

A criança, com duas longas lágrimas na face magrinha, murmurou:
- Oh mãe! Jesus ama todos os pequeninos. E eu ainda tão pequeno, e com um mal tão pesado, e que tanto queria sarar!
E a mãe, em soluços:
- Oh meu filho como te posso deixar! Longas são as estradas da Galileia, e curta a piedade dos homens. Tão rota, tão trôpega, tão triste, até os cães me ladrariam da porta dos casais. Ninguém atenderia o meu recado, e me apontaria a morada do doce rabi. Oh filho! Talvez Jesus morresse... Nem mesmo os ricos e os fortes o encontram. O Céu o trouxe, o Céu o levou. E com ele para sempre morreu a esperança dos tristes.
De entre os negros trapos, erguendo as suas pobres mãozinhas que tremiam, a criança murmurou:
- Mãe, eu queria ver Jesus...
E logo, abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse à criança:
- Aqui estou

Conto de Eça de Queiroz

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Te Amarei, Senhor

Me chamaste para caminhar na vida conTigo,
Decidi para sempre seguir-Te, não voltar atrás.
Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma,
É difícil agora viver sem lembrar-me de Ti.

Te amarei, Senhor, Te amarei, Senhor,
Eu só encontro a paz e alegria, bem perto de Ti (bis)


Eu pensei muitas vezes calar e não dar nem respostas,
E pensei na fuga esconder-me, ie p'ra longe de ti.
Mas Tua força venceu e afinal eu fiquei seduzido;
É difícil agora viver sem saudades de Ti.

Te amarei, Senhor, Te amarei, Senhor,
Eu só encontro a paz e alegria, bem perto de Ti (bis)

Ó Jesus, não me deixes jamais caminhar solitário,
Pois conheces a minha fraqueza e o meu coração,
Vem, ensina-me a viver a vida na Tua presença,
No amor aos irmãos, na alegria, na paz, na união.

Te amarei, Senhor, Te amarei, Senhor,
Eu só encontro a paz e alegria, bem perto de Ti (bis)






Gravado ao vivo
Momentos finais da Adoração ao Santíssimo Sacramento - FISFA

Vila de Frades - Fevereiro de 2009

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Quero paz!

Eu quero paz! mas paz na terra não há…
Só vejo ecos de guerra
como um pronuncio do mal
a invadir a terra…
Uma palavra que fere
Um gesto descontrolado
A raiva que não se digere
E desenterra-se o machado.
Fomenta-se a discórdia
E sem dó nem piedade
Tombam inocentes
Em nome da verdade…
Disputa de vencidos
Que se julgam valentes
Espíritos enfraquecidos
Por valores indecentes.
Ah! que luta inglória…
Que querem fazer passar
Ousar ficar na história
Pelo desejo de exterminar…
Mas eu quero acreditar
Que tudo terá um fim
Ao menos deixem-me sonhar…
Não tirem esse direito de mim…
Vejo toda a humanidade
Unida numa prece
Num espírito de verdade
Em que o amor prevalece.
De tão profunda oração
A nossa mãe nos escutou
E com sua intercessão
Jesus, uma pomba, enviou.
Todos olhámos o céu
De olhos abertos de espanto
Quem pediu, recebeu
O divino Espírito Santo.
E a paz chegou ao mundo
Que outrora não existia
Só bastou um pedido profundo
À nossa mãe do céu…MARIA!
Será só um sonho…uma utopia…


Mas o advogado, o Espírito Santo, que o pai vai enviar em meu nome, Ele ensinar-vos-á todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos disse.
Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. A paz que vos dou não é a paz que o mundo dá. Não fiqueis perturbados nem tenhais medo!
João14, 26.27


Sines, 9 de Janeiro de 2009
Dulce Gomes

domingo, 8 de fevereiro de 2009

5º Domingo do Tempo Comum - Ano B

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo,
Jesus saiu da sinagoga
e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André.
A sogra de Simão estava de cama com febre
e logo Lhe falaram dela.
Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a.
A febre deixou-a e ela começou a servi-los.
Ao cair da tarde, já depois do sol-posto,
trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos
e a cidade inteira ficou reunida diante da porta.
Jesus curou muitas pessoas,
que eram atormentadas por várias doenças,
e expulsou muitos demónios.
Mas não deixava que os demónios falassem,
porque sabiam qual Ele era.
De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu.
Retirou-Se para um sítio ermo
e aí começou a orar.
Simão e os companheiros foram à procura d’Ele
e, quando O encontraram, disseram-Lhe:
«Todos Te procuram».
Ele respondeu-lhes:
«Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas,
a fim de pregar aí também,
porque foi para isso que Eu vim».
E foi por toda a Galileia,
pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.

Mc 1,29-39

"Estimulados pelo exemplo de Job e desafiados pela palavra do Senhor, queremos colocar nele a nossa esperança, a confiança da nossa vida.
O Senhor nosso Deus é o único bem que não podemos perder.
Confessemos-lhe o nosso amor, digamos-lhe que só com Ele e junto d'Ele é que podemos ter garantida a paz e a alegria que todos nós desejamos e pela qual trabalhamos, e também pela qual acreditamos no Senhor e O mantemos no nosso viver de todos os dias."

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Adoração ao Santíssimo Sacramento



"Se conhecesses o Dom de Deus..."




Vila de Frades - Vidigueira
Fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Raimundo, o menino que tinha o mundo na mão



“A Caminho” publicou em Dezembro passado, um conto infantil intitulado “Raimundo, o menino que tinha o mundo na mão”.
Este magnifico conto da autoria de José Gaudêncio (pseudónimo do Diácono Miguel Miranda), e com ilustrações de Marília Guimarães (pseudónimo de Helena Zália Pereira) encontra-se disponível online em:

http://www.diocese-braga.pt/acaminho/index.php?option=com_content&view=article&id=76:raimundo-conto-infantil&catid=28:equipa&Itemid=30

Peregrino, leia que vale a pena!

Caminhar do Sul no Mundo