sexta-feira, 21 de agosto de 2009

À descoberta da Turquia

TURQUIA: um país de contrastes


Localizada entre a Europa, a Ásia e o Médio O riente, a Turquia fica a meio caminho entre o Equador e o Pólo Norte, cobrindo uma área de 814 578KM2. A Trácia localiza-se no continente europeu, enquanto a Anatólia, a região mais extensa, faz parte da Ásia.
A cidade de Istambul situa-se no ponto de encontro entre a Europa e a Ásia e é dividida pelo Bósforo, o estreito que liga o mar Negro e o mar da Mármara. Apesar desta cidade ser a maior da Turquia, é Ankara a sua capital.
A Turquia faz fronteira do lado europeu com a Grécia, a Bulgária, e com a Geórgia, a Arménia, o Irão, o Irque, a Síria e Nakhichevan a oriente e sudeste. A Turquia é ainda limitada pelo mar Negro a norte, o mar Egeu a ocidente e o Mediterrâneo a sul.

Mapa da Turquia



"Os contrastes entre o antigo e o moderno contribuem para o encanto que este país suscita.



Istambul, a metrópole desta fascinante nação, apresenta toda a actividade típica de uma grande cidade cosmopolita, mas a poucas horas de distância, as comunidades rurais reúnem-se em redor de tanques de água comunais e apanham lenha para as suas fogueiras.




A paisagem reflecte uma diversidade geográfica fantástica. Paisagens marítimas, praias serenas e cadeias montanhosas ao longo da costa mediterrânica apelam à tranquilidade do Distrito do Lago da Turquia, enquanto as florestas maciças e o fresco planalto da região do mar Negro deixam os visitantes desprevenidos para as vastas estepes vazias das províncias orientais.





Uma imagem popular que muitos visitantes têm da Turquia é a de idílias praias mediterrânicas banhadas por um mar azul-celeste. Mas as riquezas que este país possui ultrapassam em muito o sol e as praias.





Ponte entre a Europa e a Ásia, a Turquia é um dos berços da Civilização - um país orgulhoso dos seu tesouros culturais e históricos que surpreendem os seus visitantes."
In "Guia da Turquia"

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ainda em Éfeso - A casa da Virgem Maria


A casa de Nossa Senhora em Éfeso: um ícone da Igreja


Nas montanhas próximas da cidade de Selçuk e a cerca de 8Km das ruinas da cidade romana de Éfeso, encontra-se uma casa, na qual se crê, segundo a tradição, que foi a ultima morada da Virgem Maria, mãe de Jesus.





A caminho de Meryemana - Éfeso 2009 -




“Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo que ele amava (João), disse a ela: – Este é o seu filho. Em seguida disse a ele: – Esta é a sua mãe. E esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele.”
João (19,26-27)


Depois da morte de Jesus os discípulos espalharam-se pelo mundo conhecido de então (Império Romano), tendo João ido para Éfeso (que na altura era um importante porto marítimo nas margens do mediterrâneo) acompanhado por Maria, mãe de Jesus.

Em 1881 durante umas escavações arqueológicas foram descobertas as ruínas de uma pequena casa de tecto baixo com um pequeno altar no seu interior e uma estátua da Virgem Maria sem as mãos.



Embora as ruínas descobertas remontem ao século VI, as suas fundações revelam ser do séc. I. A casa que hoje encontramos resulta duma reconstrução efectuada nos anos 50.
Desta casa pode ver-se a cidade de Éfeso e o mar Egeu, exactamente como descreve Catharina Emmerick nos seus relatos. Acredita-se que antes da descoberta destas escavações outras pessoas já conheciam o local como lugar de culto à Virgem Maria, tratando-se de uma comunidade muito importante para a história do cristianismo.




Esta casa, que hoje se acredita ter sido o verdadeiro local onde Nossa Senhora morou com São João, ali adormeceu e foi elevada ao céu, permaneceu no anonimato até à data de 1881, sendo hoje visitado por milhares de pessoas. O Santuário de Meryemana Kultur Parki é hoje um local de peregrinação, venerado por cristãos e muçulmanos peregrinos.


Local de muita paz, cercado de plantas e flores, e de um bosque encantado pelo maravilhoso cântico das cigarras.


Visitar a casa, beber água das fontes milagrosas que se acredita ter poderes curativos, e deixar os desejos num papelinho enfiado na parede é hoje a tradição de quem visita o local.




Junto à casa de Maria num pequeno recinto ao ar livre os grupos de peregrinos podem celebrar missa.






A Casa de Nossa Senhora em Éfeso é um ícone da Igreja; dali ela certamente acompanhou as primeiras comunidades cristãs naquele primeiro século do Cristianismo nascente, perseguido severamente pelo Império Romano. Do alto das montanhas de Éfeso, Maria certamente velava e rezava pela Igreja do Seu amado Filho que começava na terra a gloriosa e sangrenta história de salvação da humanidade.

"Realmente estar neste lugar é uma grande graça, talvez uma das maiores que recebemos nesta peregrinação. Estar no lugar em que a Virgem Maria morou é um presente de Deus pois ali sentimos a presença de Deus, uma paz que vem do Céu.
Realmente esta casa parece-se muito com Maria pois trata-se de um lugar discreto, simples, humilde, silencioso, como era a Mãe de Deus. Olhar para este lugar é dizer, aqui esteve Maria, aqui se parece com ela"



A Casa de Maria foi visitada pelo Papa Paulo VI em 1967, por João Paulo II em 1979 e por Bento XVI em 2006, o que “certifica” a santidade do local.


quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Nas pegadas de São Paulo - ÉFESO



Éfeso: Uma maravilha do mundo

Paulo depois de atravessar as regiões do interior, chegou a Éfeso. (...) Paulo foi, em seguida, à sinagoga, onde, durante três meses, falou desassombradamente (...). Como alguns se mostrassem renitentes e não acreditassem, dizendo mal da «Via» perante a multidão, rompeu com eles, afastou-se com os seus discípulos e começou a ensinar diariamente na escola de Tirano. Isto prolongou-se por dois anos, de modo que todos os habitantes da Ásia, tanto Judeus como gregos, puderam ouvir a palavra do Senhor.
Deus fazia milagres extraordinários por intermédio de Paulo, a tal ponto que bastava aplicar aos doentes os lenços e as roupas que tinham estado em contacto com o corpo, para que as doenças e os espíritos malignos os deixassem. (...) E muitos dos que se tinham dedicado à magia trouxeram os seus livros e queimaram-nos diante de todos (...). Era assim que a palavra do Senhor se desenvolvia e fortalecia vigorosamente.
(...) Por esse tempo, levantou-se tão pequeno tumulto a respeito da «Via». Um certo Demétrio(...) convocou-os, assim como os outros que trabalhavam em obras semelhantes e, disse: «(...) não só em Éfeso, mas também em toda a Ásia, esse Paulo convenceu e desviou imensa gente, afirmando que não são deuses os que são feitos pelas mãos do homem.(...) o templo da grande deusa Ártemis, e de vir perder o prestígio aquela que a Àsia inteira e todo o mundo veneram.» Quando ouviram isto, enfureceram-se e começaram a dizer em altos brados: «grande é a Ártemis dos efésios!» (...) todos, em massa, se precipitaram para o teatro(...) Paulo queria apresentar-se diante da assembleia do povo, mas os discípulos opuseram-se a isso.
Actos dos Apóstolos 19,1.8-12.19-20.23-30


Apesar da capital da província ser Pérgamo (145km para norte), Éfeso era considerado o principal porto da provincia da Ásia e o maior centro mercantil a oeste dos montes Tauro. Localizada na foz do rio Caister, Éfeso era talvez a maior cidade da Anatólia a seguir à Antioquia da Síria (igreja de partida de Paulo). Pela sua localização geográfica e pela sua reputação como guardiã da deusa Ártemis tornou-se num lugar estratégico fundamental.



Rua de Éfeso - Éfeso 2009 -


O ministério de Paulo em Éfeso teve início durante o ano de 52. Viajando, mais uma vez, pela região do Sul da Galácia, Paulo atravessou «as regiões do interior» (Act 18,23;19,1) e alcançou Éfeso vindo de leste (era o culiminar de uma viagem de mais de 800km feitos num mês e sem paragens). Paulo acabaria por passar aqui três anos, deixando, em seguida o trabalho nas mãos de Timóteo. O ministério de Paulo neste local, além de influente, foi frutífero. Um trabalho que perduraria para sempre, com Éfeso a tornar-se um dos principais centros da fé cristã, nos séculos que se seguiram.


Jamais recuei perante qualquer coisa que vos pudesse ser útil. Preguei e instruí-vos, tanto publicamente como nas vossas casas, afirmando a judeus e gregos a necessidade de se converterem a Deus e de acreditarem em Nosso Senhor Jesus. (...) basta-me poder concluir a minha carreira (...) dando testemunho do Evangelho da graça de Deus [e] procalmando o Reino. (...) jamais recuei, quando era preciso anunciar-vos todos os desígnios de Deus. (...) recordai-vos de que, durante três anos, de noite e de dia, não cessei de exortar, com lágrimas, cada um de vós.
Actos dos Apóstolos 20,20-21.24-25.27.31



Éfeso é uma das maiores cidades arruinadas do mundo ocidental. As suas ruinas são verdadeiramente dignas de uma visita. Aqui podemos admirar, a Ágora, o Prytaneion, o Odeion, a Fonte de Pólio, o Monumento de Ménio, o Templo de Dominiciano, a Fonte de Trajano e o Templo de Adriano, os banhos públicos e as latrinas que se encontaram ainda bem visiveis.
Mas as actracções principais são a impressionante Biblioteca de Celso (construida em honra de um procônsul que exerceu funções por volta do ano 105), e o magnifico Teatro (uma enorme estrutura alargada nos séculos posteriores ao tempo de Paulo, que albergava cerca de 25 000 pessoas, no seu apogeu).


A famosa Biblioteca de Celso, datada do séc. II - Éfeso 2009 -


O Teatro - Éfeso 2009 -



Um pouco mais para norte, tomando alguns trilhos de terra batida, existe ainda um local que deve ser visitado; a Igreja da Virgem Maria.
Esta igrega bizantina era um edifício pagão que por volta do ano 400 foi destruido por um incêndio. Posteriormente os cristãos aproveitaram os pórticos do lado sul para aí construirem uma igreja dedicada à Virgem Maria.






Neste local, uma pequena lápide recorda a visita do Papa Paulo VI. Aqui terá orado a 26 de Julho de 1967. Precisamente neste dia, mas 42 anos depois, foram tiradas neste local todas estas fotografias.





Recordar Éfeso


Nas pegadas de São Paulo - ÉFESO

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Nas pegadas de São Paulo - ANTIOQUIA


Antioquia: lar para os «cristãos»

Entretanto os que se tinham dispersado, devido à perseguição desencadeada por causa de Estêvão, adiantaram-se atá à Fenícia, Chipre e Antioquia, mas não anunciavam a palavra senão aos judeus. Houve, porém, alguns deles, homens de Chipre e Cirene que, chegando a Antioquia, falaram também aos Gregos, anunciando-lhes a Boa-Nova do Senhor Jesus (...)
A notícia chegou aos ouvidos da Igreja de Jerusalém, e mandaram Barnabé a Antioquia. Assim que ele chegou e viu a graça concedida por Deus, regozijou-se (...).
Então Barnabé foi a Tarso procurar Saulo. Encontrou-o e levou-o para Antioquia. Durante um ano inteiro, mantiveram-se juntos nesta igreja e ensinaram muita gente. Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os discípulos começaram a ser tratados pelo nome de «cristãos».
Nesses dias, uns profetas desceram de Jerusalém a Antioquia(...) [e predisseram] que haveria uma grande fome por toda a terra. (...) Os discípulos (...) resolveram então enviar socorros da Judeia,o que fizeram mandando-os aos anciãos, por intermédio de Barnabé e de Saulo.
Actos dos Apóstolos 11,19-20.22-23.25-30


A antiga Antioquia, foi a terceira maior cidade do Império Romano (a seguir a Roma e Alexandria) e desempenhou um papel fundamental na história do Cristianismo primitivo, sobrevivendo hoje apenas uma parte muito pequena.

Antioquia ocupa assim um importante lugar na história do Cristianismo. Aqui Paulo de Tarso pregou o seu primeiro sermão cristão (numa Sinagoga), e foi também onde os seguidores de Jesus foram chamados pela primeira vez de Cristãos.






Atravessada pelo rio Orontes, agora rio Asi, é hoje ocupada pela actual cidade de Antakya, com cerca de 175 mil habitantes. A rua principal situa-se exactamente no mesmo sítio onde outrora se ergueu a antiga rua ladeada por arcadas, não restando hoje nenhuns vestígios desta. A antiga Antioquia pode estar sepultada a uma profundidade de cerca de 10m abaixo do actual nível das ruas.




Em Antioquia é difícil encontrar ligações a Paulo. Segundo a tradição, diz que Paulo ensinava perto do Panteão, numa rua conhecida por «Singon» não se sabendo o local certo da sua localização.

As ligações a S. Pedro parecem assim ser as mais fáceis, pois a igreja antioquense rapidamente alegou que Pedro fora o seu fundador apostólico.
A sua única igreja histórica é a Igreja de São Pedro localizada a cerca de 3Km a noroeste da cidade, junto ao monte Staurin (uma continuação do monte Sílpio).




Esta igreja é escavada numa gruta na encosta e aparentemente foi usada para o culto cristão desde o século IV ou V. Apesar da fachada ter sido acrescentada pelos Cruzados e restaurada no século XIX, alguns dos mosaicos do chão remontam à época bizantina.






As ruas antigas de Antioquia levam-nos facilmente a descobrir uma pequena comunidade cristã fundada em 1977. As suas portas são calorosamente abertas a todos os cristãos peregrinos.







Estou crucificado com Cristo. Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. (...) Não rejeito a graça de Deus; porque, se a justiça viesse pela Lei, então teria sido inútil a morte de Cristo.
Gálatas 2,20-21

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Nas pegadas de São Paulo - TARSO


Tarso: Terra natal de Paulo

Eu sou judeu, de Tarso, cidadão de uma notável cidade da Cilícia.(...) Sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mas fui educado nesta cidade, instruido aos pés de Gamaliel, em todo o rigor da Lei dos nossos pais e cheio de zelo pelas coisas de Deus, como todos vós sois agora.
Actos dos Apóstolos 21,39; 22,3

Situada numa estreita planicie costeira, Tarso tem como pano de fundo os íngremes montes de Tauro. Até à pouco tempo, o principal lugar para visitar em Tarso, para os interessados em São Paulo, era a Porta de São Paulo, localizada no centro de uma rotunda, na estrada para Mersi. Na verdade esta porta (mais frequentemente conhecida por Porta de «Cleópatra») não estava aqui no tempo de Paulo. O arco monumental data de cerca de 300 d.C. Porém, é provável que assinale o local de uma das três entradas principais que Paulo terá conhecido.





Ali perto, mais para norte, encontra-se também o Poço de São Paulo, que a tradição local associa à casa onde o apóstolo viveu. O poço remonta ao período romano.










Chegado a Jerusalém (...)[Paulo] dirigia-se também aos helenistas e discutia com eles, mas estes planeavam a sua morte. Os irmãos, porém, ao saberem disto, levaram-no para Cesareia e fizeram-no seguir para Tarso.
Actos dos Apóstolos 9,26.29-30


Aparentemente, enquanto criança, Paulo não passou muitos anos em Tarso. Quando ali regressou, após a visão da estrada de Damasco, provavelmente não ficou mais de cinco anos, até ser enviado para Antioquia.
Já em Tarso Paulo aproveitou o tempo para evangelizar. Foi durante os anos de clandestinidade que ele desenvolve as suas capacidades pessoais e espirituais de que viria a precisar para a importante viagem que tinha pela frente.

A Igreja dedicada a São Paulo recorda-nos a sua estadia em Tarso. Paulo iniciou aqui a sua missão de levar a mensagem de Jesus aos gentios.







Em 1943, esta igreja foi transformada em museu, depois de o Governo turco se ter apoderado dela. As celebrações cristãs eram permitidas apenas sob determinadas condições, e quem queria participar na missa tinha de pagar o bilhete de entrada.

Durante o Ano Paulino, as autoridades turcas concederam uma licença especial para a celebração da missa e de outras cerimónias litúrgicas no templo do século VI. Tudo indica que esta permissão concedida aos cristãos durante o ano Paulino para orar na antiga igreja de São Paulo, em Tarso, poderá ser prolongada indefinidamente.



A cidade de Tarso acolheu um número recorde de peregrinos cristãos durante o Ano Paulino. Segundo dados recolhidos neste período, 416 grupos de peregrinos de 30 países visitaram a cidade natal do Apóstolo. Durante este ano e pela primeira vez, os muçulmanos turcos viram os cristãos não como turistas, mas como peregrinos em oração. A devoção de quem visitou os lugares paulinos impressionou muito o povo turco.

sábado, 15 de agosto de 2009

Assunção da Virgem Santa Maria



15 de Agosto de 2009


Ao terminar a Sua missão na terra, Maria, a Imaculada Mãe de Deus, «foi elevada em corpo e alma à glória do céu» (Pio XII), sendo assim a primeira criatura humana a alcançar a plenitude da salvação.
Esta glorificação de Maria é uma consequência natural da Sua Maternidade divina: Deus «não quis que conhecesse a corrupção do túmulo Aquela que gerou o Senhor da vida».
É também o fruto da íntima e profunda união existente entre Maria e a Sua missão e Cristo e a Sua obra salvadora. Plenamente unida a Cristo, como Sua Mãe e Sua serva humilde, associada, estreitamente a Ele, na humilhação e no sofrimento, não podia deixar de vir a participar do mistério de Cristo ressuscitado e glorificado, numa conformação levada até às últimas consequências. Por isso, Maria é «elevada ao Céu em corpo e alma e exaltada por Deus como Rainha, para assim Se conformar mais plenamente com Seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte» (LG. 59).
Este privilégio, concedido à Virgem Imaculada, preservada e imune de toda a mancha da culpa original, é «Sinal» de esperança e de alegria para todo o Povo de Deus, que peregrina pela terra em luta com o pecado e a morte, no meio dos perigos e dificuldades da vida. Com efeito, a Mãe de Jesus, «glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que se há-de consumar no século futuro» (LG. 68).
O triunfo de Maria, mãe e filha da Igreja, será o triunfo da Igreja, quando, juntamente com a Humanidade, atingir a glória plena, de que Maria goza já.
A Assunção de Maria ao Céu, em corpo e alma, é a garantia de que o homem se salvará todo: também o nosso corpo ressuscitará! A Assunção de Maria é o penhor seguro de que o homem triunfará da morte!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

De regresso


Após algumas semanas de merecido descanso, Caminhar do Sul volta a estar activo, prometendo em breve partilhar alguns dos momentos mais marcantes da peregrinação à Turquia seguindo as pegadas de São Paulo.




(...) Sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, (...)

Caminhar do Sul no Mundo