segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

Domingo do Baptismo do Senhor

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo,
o povo estava na expectativa
e todos pensavam em seus corações
se João não seria o Messias.
João tomou a palavra e disse-lhes:
«Eu baptizo-vos com água,
mas vai chegar quem é mais forte do que eu,
do qual não sou digno de desatar as correias das sandálias.
Ele baptizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo».
Quando todo o povo recebeu o baptismo,
Jesus também foi baptizado;
e, enquanto orava,o céu abriu-se
e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corporal,
como uma pomba.
E do céu fez-se ouvir uma voz:
«Tu és o meu Filho muito amado:
em Ti pus toda a minha complacência».


Lc 3, 15-16.21-22




Jesus Cristo, Aquele que o povo esperava e que fora anunciado pelos profetas, não veio para provocar rupturas nem para impor, pela força, uma doutrina. Veio trazer a amizade de Deus e a salvação, em gestos de paz, de justiça e de fraternidade. Filho de Deus no meio dos Homens, passa fazendo o bem, chamando todos para Deus. Esta é a vocação dos baptizados: atentos ao Espírito, fazer o bem sem excluir quaisquer pessoas. Interiorizemos o compromisso baptismal em ordem a assumi-lo com generosidade, em gestos e atitudes novas, de modo a sermos sinal de Deus no mundo.

sábado, 9 de janeiro de 2010

365 vezes por ano não perguntes porquê, mas para quê


9 de Janeiro

Primeiro pára, senta-te e pensa o que pretendes de bem. Depois, pondera, não as hipóteses teóricas, mas as possibilidades reais. Então, entre duas realidades, podes escolher a melhor. Discernir não é descobrir a única hipótese boa, é decidir, entre coisas boas, qual é a melhor, a mais construtiva para si e para os outros. Se é fácil ou difícil, isso não conta.

In "Não há soluções, há caminhos" de Vasco Pinto de Magalháes, s.j.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Peregrinação à Terra Santa


Peregrinar é uma forma de procurar, de avançar, de olhar o horizonte essa linha onde a Terra e o Céu se tocam.



Monte Carmelo; Tiberiades; Santuário “Stella Maris”; Mar da Galileia; Monte das Bem-Aventuranças; Monte Tabor; Rio Jordão; Cana; Nazaré; Jaricó; Mar Morto; Betânia; Jerusalém; Qumran; Monte das Oliveiras; Belém; Emaús; Cesareia.
Visitando os locais que Jesus percorreu esta é uma Peregrinação carregada de recordações evangélicas.


6 a 13 de Abril de 2010

Peregrinação organizada pelos Irmãozinhos de S. Francisco de Assis

Venha peregrinar connosco!

Para mais informações, pode contactar:
Fraternidade dos Irmãozinhos de S. Francisco de Assis,
Telf. 284 329 695 ou Ir. Domingos - 966 368 333

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Concurso de cartazes "Dia da Europa 2010" - Escolha o vencedor


O concurso "I Love Europe", organizado pela Comissão Europeia, destina-se a conceber um cartaz para ilustrar o Dia da Europa em 2010.

De 1700 projectos internacionais submetidos a concurso, foram seleccionados apenas 10 finalistas, entre os quais está o projecto de Diana Jung, portuguesa e aluna da ESAD - Escola Superior de Arte e Design de Matosinhos.

Do cartaz vencedor serão publicadas milhares de cópias em todas as línguas oficiais da UE e exibidas por toda a União Europeia em Maio de 2010.

Estes 10 finalistas serão votados online em http://www.designeurope2010.eu/index.php?lang=pt
, até ao dia 31 de Janeiro de 2010 e o que conseguir recolher mais pontos será o vencedor.




Vamos todos ajudar esta jovem estudante.

Obrigado pelo seu voto!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Dia de Reis



O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia comemora-se a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor", ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.


O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país de suas origens: a Pérsia. Eram reis, porque é um dos sinónimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que cultuava um só Deus. Portanto, não eram astrólogos nem bruxos, ao contrário, eram inimigos destas enganosas artes mágicas e misteriosas. Esses soberanos correctos, esperavam pelo Salvador, expectativa já presente mesmo entre os pagãos. Deus recompensou-os pela rectidão com a maravilhosa estrela, reconhecida pela sabedoria das suas mentes como o sinal a ser seguido, para orientação dos seus passos até onde se achava o Menino Deus. Foram eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando no palácio do rei Herodes, de surpresa e perguntando "pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus". Nesta época aquele tirano reprimia a população pelo medo, com ira sanguinária. Mas os magos não o temeram, prosseguiram a sua busca e encontraram o Menino Deus.

A Bíblia diz que os magos chegaram à casa e viram o Menino com sua Mãe. Isto porque José já tinha providenciado uma moradia muito pobre, mas mais apropriada, do que a gruta de Belém onde Jesus nascera. Ali, os reis magos, depois de adorar o Messias, entregaram os presentes: ouro, incenso e mirra. O ouro, significa a realeza de Jesus; o incenso, sua essência divina e a mirra, a sua essência humana. Prestada a homenagem, voltaram para as suas nações, evitando novo contacto com Herodes, como lhes indicou o anjo do Senhor.

A tradição dos primeiros séculos, seguindo a verdade da fé, evidenciou que eram três os reis magos: Melquior, Gaspar e Baltazar. Até o ano 474 os seus restos estiveram sepultados em Constantinopla, a capital cristã mais importante do Oriente, depois foram trasladados para a catedral de Milão, na Itália. Em 1164 foram transferidas para a cidade de Colónia, na Alemanha, onde foi erguida a belíssima Catedral dos Reis Magos, que os guarda até hoje.

No século XII, com muita inspiração, São Beda, venerável doutor da Igreja, guiado por uma inspiração, descreveu o rosto dos três reis magos, assim: "O primeiro, diz, foi Melquior, velho, circunspecto, de barba e cabelos longos e grisalhos... O segundo tinha por nome Gaspar e era jovem, imberbe e louro... O terceiro, preto e totalmente barbado chamava-se Baltazar (cfr. "A Palavra de Cristo", IX, p. 195)".

Deus revelou seu Filho ao mundo e ordenou que o acatassem e seguissem. Os reis magos fizeram isto com toda humildade, gesto que simboliza o reconhecimento do mundo pagão desta Verdade. Isso é o mais importante a ser festejado nesta data. A revelação, isto é, a Epifania, que confirma a divindade do Santo Filho de Deus feito homem, que no futuro sacrificaria a própria vida em nome da salvação de todos nós.

In Blogue "Capelinha de São Francisco"

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tradições do Dia de Reis



Amanhã, dia 6 de Janeiro comemora-se o Dia de Reis. Este dia que assinala a data em que os três Magos foram visitar e dar oferendas ao Menino Jesus, é um dia repleto de tradições.

É dia de comer o delicioso Bolo-rei, e diz a tradição a quem sair a fava do Bolo-rei deve pagar o Bolo-rei no ano seguinte.

Grupos de pessoas juntam-se e vão pelas portas Cantar os Reis que são canções tradicionais da vida de Jesus e saudações à família e donos da casa. O canto é acompanhado por instrumentos populares como: o reco-reco, os ferrinhos, o bombo, o acordeão e a viola. Depois de cantarem, os donos da casa, convidam os reizeiros para entrar e oferecem-lhes comida e bebida. O Cantar de Reis começa no dia 5 de Janeiro e vai até ao dia 20.

Há ainda outra tradição, as Janeiras, em que se cantam canções em grupos no dia 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.

Em certas regiões as pessoas oferecem azeite novo para alimentar as candeias da igreja ou capela da sua terra, em homenagem às almas dos familiares que já morreram.

É dia de comer romãs, pedindo aos Reis Magos saúde, dinheiro, paz e amor. Há quem diga que a tradição manda, no Dia de Reis, colocar três bagos de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.

Em alguns países, por exemplo em Espanha, é tradição dar as prendas de Natal neste dia.

Amanhã é também dia de desmontar o presépio, a árvore de Natal e de retirar todos os enfeites das nossas casas.

Amanhã, com esta data e com todas estas tradições, encerramos a época festiva do Tempo do Natal.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bolo Rei



Não é possível falar-se na doçaria típica da época natalícia, sem se falar do famoso Bolo-rei, com a sua forma de coroa, as suas frutas cristalizadas e frutos secos (amêndoas, nozes e pinhões), a fava e o brinde.

Por detrás deste bolo está toda uma simbologia com 2000 anos de existência. Pode dizer-se que este doce natalício representa os presentes que os três Reis Magos deram ao Menino Jesus aquando do seu nascimento: A sua côdea simboliza o ouro; as frutas, cristalizadas e secas, representam a mirra; e o aroma do bolo assinala o incenso.

A explicação para a existência da fava no interior no bolo-rei está ligada a uma lenda, segunda a qual quando os Reis Magos viram a Estrela de Belém que anunciava o nascimento de Cristo, disputaram entre si o direito de entregar ao Menino os presentes que levavam. Como estes não conseguiam chegar a um acordo, um padeiro, para pôr termo à discussão, propôs fazer um bolo com uma fava no interior da massa, em seguida, cada um dos três magos do Oriente pegaria numa fatia, o que tivesse a sorte de retirar a fatia que possuísse a fava, ganharia o direito de entregar os presentes a Jesus. Não se sabe qual foi contemplado com a fatia premiada, pode ter sido qualquer um dos três, Baltasar, Belchior ou Gaspar.

É claro que isto é só uma lenda, o Bolo-rei tem, na verdade origens francesas. A sua receita correu o mundo, e muito contribuiu para isso a fama que o bolo ganhou de proporcionar prosperidade a quem comesse a fatia que possuísse a fava. Contudo, dita a tradição que quem receber a fatia com a fava, tem de oferecer o Bolo-rei no ano seguinte.

Embora, o gosto por este bolo no nosso país faça com que ele seja vendido durante todo o ano, a verdade é que a sua produção é mais intensa de finais de Novembro até ao dia de Reis (6 de Janeiro), até porque durante a época natalícia, o Bolo-rei não se limita a ser um bolo com um gosto agradável, ele é na verdade um verdadeiro símbolo desta época!


Aqui ficam três receitas para a sua confecção: Tradicional, na Bimby ou na MFP


Tradicional

150 gr. açúcar
750 gr. farinha
1 fava
30 gr. fermento de padeiro
175 gr. frutas cristalizadas
250 gr. frutos secos
raspas de laranja q.b.
raspas limão q.b.
150 gr. margarina
1 colher de sobremesa sal
4 ovos
1 dl. vinho do Porto

Preparação:
Depois de retirar as sementes que possam haver, pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar).
Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em lugar não muito frio durante 15m. Entretanto, bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até que a massa fique elástica e macia e junte as frutas, misturando muito bem.
Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente não muito frio durante 5 horas.
Depois da massa ter duplicado de volume, coloque-a sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza um brinde (bem embrulhado em papel vegetal) e 1 fava, e deixe levedar mais uma hora.
Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, nozes, etc., e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.


Nota : Esta receita dá para 6 pessoas




Na Bimby

50 gr. Sumo de laranja e limão
50 gr. de leite
80 gr. de açúcar
50 gr. de manteiga
Casca de laranja e limão (sem a parte branca)
1 ovo
2 colheres de chá de vinho do Porto
1 saqueta de fermipan
1 pitada de sal
350 gr. de farinha
Frutas Cristalizadas a gosto
Frutos Secos a gosto


Preparação:

Coloque o açúcar no copo e pulverize-o (Vel. 5-7-9) com a máquina a trabalhar junte as cascas. Em seguida juntar o leite e os sumos e programe 2 min. Temp. 40°, Vel.2. Juntar o ovo, a manteiga, o fermento e o vinho do Porto e o sal batendo tudo na Vel. 5 uns seg.
Juntar metade da farinha e misturar na Vel. 6 uns 15 seg. Juntar o resto da farinha e programar 3 min. na Vel. Espiga.
Deixar a massa no copo até dobrar o volume. Retirar a massa do copo, incorporar as frutas secas e formar uma rodela grande, pincelar com ovo batido e colocar as frutas cristalizadas em cima do bolo.
Vai ao forno a 50° até dobrar de volume. Retirar do forno e subir a temperatura a 200°, colocar de novo o bolo no forno cerca de 25 min. Juntar 30 gr de manteiga (mole) e programar 3 min, vel 3.

Notas:
Se não gostar de frutas cristalizadas pode fazer uma mistura de 70 gr de amêndoas e 70 gr. de açúcar, picar 5 seg. Vel. 5.


Na MFP

1 embalagem de Farinha para Pão Brioche
200 ml de água
250 gr. de Frutos secos (noz, amêndoa e amendoins de mel)
2 colheres de sopa de Vinho do Porto
raspa de 1/2 Laranja
1 ovo batido para pincelar
100 gr. de Frutos secos para decorar
açúcar em pó para polvilhar

Preparação:
Coloque a água tépida na cuba da máquina de fazer pão e junte o conteúdo da embalagem, seleccione o programa de massas.
Quando programa terminar, adicione os frutos secos, o Vinho do Porto e a raspa de laranja e seleccione novamente o programa de massas.
Quando terminar retire a massa da cuba para uma superfície enfarinhada e molde uma coroa.
Coloque num tabuleiro untado, tape com um pano e deixe levedar em lugar quente ( eu coloco dentro do forno).
Depois do bolo levedado, pincele com o ovo batido e decore com os restantes frutos secos.
Leve a forno pré-aquecido a 180º cerca de 30 minutos.
Polvilhe com açúcar em pó.





O seu sabor é um misto de bolo e de pão doce: o brinde e a fava, que tradicionalmente obriga aquele a quem sai a comprar o Bolo-rei no ano seguinte, rodeiam de expectativa o cortar de cada fatia. Experimente!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Domingo da Epifania do Senhor


“Ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra”. São sinais de Cristo, rei, Deus verdadeiro e Homem verdadeiro. Pelo número das ofertas, a tradição tratou de presumir que eram três. E até lhes deu nomes. Vinham do Oriente e, seguindo a estrela, “sentiram grande alegria” ao verem que ela parara “sobre o lugar onde estava o Menino”. Já não regressariam a casa pelo mesmo caminho, ou seja, como costumamos dizer, arrepiaram caminho. Nós também viemos adorá-l’O e queremos voltar a casa transformados por esta presença sempre nova de Deus entre os homens.

sábado, 2 de janeiro de 2010

8ª Peregrinação a pé - Maio de 2010

Informa-se que as inscrições para a peregrinação a pé a Fátima irão decorrer de 11 a 23 de Janeiro de 2010, e que a mesma irá realizar-se este ano entre os dias 5 e 11 de Maio devido à visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI.

Caminhar do Sul no Mundo