“Ensinarás a voar…
mas não voarão o teu voo.
Ensinarás a sonhar…
mas não sonharão o teu sonho.
Ensinarás a viver…
mas não viverão a tua vida.
Ensinarás a cantar…
mas não cantarão a tua canção.
Ensinarás a pensar…
mas não pensarão como tu.
Porém, saberás que cada vez que voem,
sonhem, vivam,
cantem e pensem…
estará a semente do caminho ensinado e aprendido.”
Madre Teresa de Calcutá
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
365 vezes por ano não perguntes porquê, mas para quê
8 de Fevereiro
Não sei se a humildade está na moda... Está na moda afirmar-se, competir, querer ficar por cima e ganhar, viver das aparências e da mentira. A humildade, pelo contrário, é a verdade, é ser o que se é. A humildade liberta dos medos e não pensa mal.
In "Não há soluções, há caminhos" de Vasco Pinto de Magalháes, s.j.
Não sei se a humildade está na moda... Está na moda afirmar-se, competir, querer ficar por cima e ganhar, viver das aparências e da mentira. A humildade, pelo contrário, é a verdade, é ser o que se é. A humildade liberta dos medos e não pensa mal.
In "Não há soluções, há caminhos" de Vasco Pinto de Magalháes, s.j.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
V Domingo do Tempo Comum- Ano C
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
estava a multidão aglomerada em volta de Jesus,
para ouvir a palavra de Deus.
Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré
e viu dois barcos estacionados no lago.
Os pescadores tinham deixado os barcos
e estavam a lavar as redes.
Jesus subiu para um barco, que era de Simão,
e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra.
Depois sentou-Se e do barco pôs-Se a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, disse a Simão:
«Faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca».
Respondeu-Lhe Simão:
«Mestre, andámos na faina toda a noite e não apanhámos nada.
Mas, já que o dizes, lançarei as redes».
Eles assim fizeram e apanharam tão grande quantidade de peixes
que as redes começavam a romper-se.
Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco,
para os virem ajudar; eles vieram e encheram ambos os barcos,
de tal modo que quase se afundavam.
Ao ver o sucedido,
Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe:
«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».
Na verdade,
o temor tinha-se apoderado dele e de todos os seus companheiros,
por causa da pesca realizada.
Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu,
que eram companheiros de Simão.
Jesus disse a Simão:
«Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens».
Tendo conduzido os barcos para terra,
eles deixaram tudo e seguiram Jesus.
Palavra da salvação.
Lc (5, 1-11)
Naquele tempo,
estava a multidão aglomerada em volta de Jesus,
para ouvir a palavra de Deus.
Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré
e viu dois barcos estacionados no lago.
Os pescadores tinham deixado os barcos
e estavam a lavar as redes.
Jesus subiu para um barco, que era de Simão,
e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra.
Depois sentou-Se e do barco pôs-Se a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, disse a Simão:
«Faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca».
Respondeu-Lhe Simão:
«Mestre, andámos na faina toda a noite e não apanhámos nada.
Mas, já que o dizes, lançarei as redes».
Eles assim fizeram e apanharam tão grande quantidade de peixes
que as redes começavam a romper-se.
Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco,
para os virem ajudar; eles vieram e encheram ambos os barcos,
de tal modo que quase se afundavam.
Ao ver o sucedido,
Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe:
«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».
Na verdade,
o temor tinha-se apoderado dele e de todos os seus companheiros,
por causa da pesca realizada.
Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu,
que eram companheiros de Simão.
Jesus disse a Simão:
«Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens».
Tendo conduzido os barcos para terra,
eles deixaram tudo e seguiram Jesus.
Palavra da salvação.
Lc (5, 1-11)
sábado, 6 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
5 livros para ler
A LOUCURA DE DEUS: A beleza e o assombro estão encerrados em cada página deste livro que, partindo das notáveis pinturas de Sieger Köder, nos oferece as meditações poéticas e as orações da Ir. Rina Risitano. Este é um livro que nos leva a entrar mais profundamente na contemplação do mistério da cruz e da ressurreição de Cristo. Para além das meditações e orações para as 14 estações da Via-Sacra, são oferecidas outras para as celebrações pascais e diferentes circunstâncias: quer a nível pessoal, quer a nível comunitário/eclesial.
Textos de Rina Risitano, fsp
(Este livro é um companheiro indispensável da Série de 18 pósteres)
Nº Páginas: 88
Formato: 15x16
Peso: 200 gr.
Edição: 1ª
Preço: 8.5Eur.
A ALEGRIA de ser Padre: Este livro reúne as palestras do cardeal Schönborn por ocasião do retiro internacional para sacerdotes, em Ars. Abordando com sabedoria, humor, ternura e respeito, os temas da vocação sacerdotal, da misericórdia, da oração, da Eucaristia, da missão, bem como do lugar de Maria na vida de um sacerdote, o Cardeal de Viena desenvolve uma reflexão sobre o sacerdócio que se apoia, não só na sua profunda cultura teológica, mas também na sua experiência de pastor e em testemunhos pessoais. Um livro que se dirige aos padres, mas também a todos os fiéis que desejem compreender melhor o lugar e a função do padre na sociedade e nesta grande família que é a Igreja.
«De agradável leitura, A Alegria de ser Padre é para os cristãos um itinerário de vida e de oração, fazendo da oração de Jesus o lugar teológico e espiritual da nossa oração e aprendendo com Jesus a pedagogia e a felicidade de orar» (D. António Francisco dos Santos, in Prefácio).
Mensagem de abertura do Papa Bento XVI
Autor: Cardeal Christoph Schönborn
Nº Páginas: 128
Formato: 13x20,5
Peso: 160 gr.
Edição: 1ª
Preço: 8.2Eur.
A oração dom e tarefa: O dom da oração requer uma aprendizagem longa, uma entrega disciplinada e um amor provado aos homens e mulheres concretos do nosso tempo. A Oração: Dom e Tarefa nasceu como companheiro discreto de caminhada para todos aqueles discípulos que, na sua vida apostólica, se esforçam por seguir Jesus de perto. Para eles, a oração praticada pelo Mestre torna-se guia, modelo e tarefa. É através da oração que a actividade pastoral vai ganhando sentido e profundidade na história concreta de cada servidor do Evangelho, ao mesmo tempo que convida ao compromisso com todos e cada um dos homens, especialmente com os mais pobres.
Autor: Antonio Bravo
Nº Páginas: 224
Formato: 13x20,5
Peso: 260 gr.
Edição: 1ª
Preço: 13.8Eur.
Paulo escritor de cartas: Como é que Paulo utilizou os seus secretários? Será que ele confiava nos seus co-autores? A formação retórica que recebeu afectou a forma como organizou os seus temas? Este livro invulgar confronta-se com estas questões, baseando-se em múltiplas citações de autores clássicos gregos e romanos. Uma pesquisa sinóptica dos endereços e das conclusões das cartas revela a que ponto Paulo usava e adaptava as convenções epistolares do seu tempo. Simultaneamente, chama a atenção para a disposição que animava Paulo, no momento em que escrevia, e para o seu relacionamento com os endereçados. O efeito produzido é humanizar as cartas paulinas e tornar menos intimidante a complexidade da sua teologia.
«Há que saudar vivamente o indispensável contributo desta obra de Murphy-O’Connor. Para medir-se com Paulo de Tarso não basta apenas aproximar o ouvido do seu púlpito. É necessário conhecer os cantos da sua oficina literária» (José Tolentino Mendonça, in Prefácio)
Autor: Jerome Murphy-O'connor
Nº Páginas: 192
Formato: 14x21
Peso: 260 gr.
Edição: 1ª
Preço: 13.8Eur.

CRISMAR-SE, PORQUÊ?: Neste livro, Bruno Forte – teólogo e bispo –, preocupado com a «frequência» do sacramento do Crisma, reflecte sobre a beleza deste sacramento. Não o faz ao jeito de tratado de teologia sacramental, mas colocando-se a si mesmo as perguntas que todos nós fazemos: O que é? Que realiza? Porquê recebê-lo? Quando? Quem? Como? Para onde nos conduz? Urge dar uma resposta a estas questões, pois «todos nós temos necessidade de ser fortificados pelo dom de Deus, para sermos capazes de crer, esperar e amar, para lá da nossa debilidade, aprendendo a agir na comunhão da Igreja com o impulso das testemunhas».
Autor: Bruno Forte
Nº Páginas: 56
Formato: 12x18,5
Peso: 60 gr.
Edição: 1ª
Preço: 3.8Eur.
Estes livros foram editados no mês de Janeiro de 2010, pelas "Paulinas Editora".
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Concurso da Super Blog Awards
A Super Bock lançou a 2ª edição dos Super Bock Super Blog Awards, onde se celebra os melhores blogs de Portugal e de Angola.
Os blogs inscritos nas diversas categorias ficarão a votação do publico de 24 de Fevereiro a 24 de Março de 2010.
Os 5 Blogs finalistas serão analisados pelo Júri de 25 de Março a 5 de Abril de 2010 que seleccionará o melhor Blog por categoria, ao qual será atribuído um prémio de 75€.
O vencedor do Super Blog será escolhido pelo Júri de entre todos os vencedores das categorias temáticas, a quem será atribuído um prémio de 1.500€. O Júri irá também reconhecer o Blog Revelação e o Blog com o Melhor Design.
Os 5 Blogs finalistas serão analisados pelo Júri de 25 de Março a 5 de Abril de 2010 que seleccionará o melhor Blog por categoria, ao qual será atribuído um prémio de 75€.
O vencedor do Super Blog será escolhido pelo Júri de entre todos os vencedores das categorias temáticas, a quem será atribuído um prémio de 1.500€. O Júri irá também reconhecer o Blog Revelação e o Blog com o Melhor Design.
CAMINHAR DO SUL, lança mais um desafio a todos os que por aqui peregrinam.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Apresentação do Senhor

A data de hoje lembra o cumprimento de um preceito hebraico, por Maria e José. Quarenta dias após dar à luz, a mãe deveria passar por um ritual de purificação e apresentar o filho no templo.
Assim, desde o século IV essa festa era chamada de "Purificação de Maria". Com a reforma litúrgica de 1960, passou-se a valorizar o sentido da apresentação, oferta de Jesus ao Pai, para que o seu destino se cumprisse, marcando em consequência a aceitação por parte de Maria do que o Pai preparara para o fruto de sua gestação. A data passou a ser lembrada então como o dia da "Apresentação do Senhor".
No templo, a família foi recebida pelo profeta Simeão e pela profetiza Ana, num encontro descrito por São Lucas no capítulo 2 do seu Evangelho. Ambos reconheceram n'Ele o esperado Messias e profetizaram o sofrimento e a glória que viriam para eles. Simeão, que havia recebido de Deus a promessa de que "não morreria sem ver o Salvador", chegou a avisar Maria de que "uma espada transpassaria seu coração e sua alma", mas que aquele menino seria "a luz que iluminaria nações".
É na tradição dessa profecia que se baseia também a outra festa comemorada nesta data: a de Nossa Senhora da Candelária, ou da Luz, ou ainda dos Navegantes.
Assim, desde o século IV essa festa era chamada de "Purificação de Maria". Com a reforma litúrgica de 1960, passou-se a valorizar o sentido da apresentação, oferta de Jesus ao Pai, para que o seu destino se cumprisse, marcando em consequência a aceitação por parte de Maria do que o Pai preparara para o fruto de sua gestação. A data passou a ser lembrada então como o dia da "Apresentação do Senhor".
No templo, a família foi recebida pelo profeta Simeão e pela profetiza Ana, num encontro descrito por São Lucas no capítulo 2 do seu Evangelho. Ambos reconheceram n'Ele o esperado Messias e profetizaram o sofrimento e a glória que viriam para eles. Simeão, que havia recebido de Deus a promessa de que "não morreria sem ver o Salvador", chegou a avisar Maria de que "uma espada transpassaria seu coração e sua alma", mas que aquele menino seria "a luz que iluminaria nações".
É na tradição dessa profecia que se baseia também a outra festa comemorada nesta data: a de Nossa Senhora da Candelária, ou da Luz, ou ainda dos Navegantes.
domingo, 31 de janeiro de 2010
IV Domingo do Tempo Comum - Ano C
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
Lc (4, 21-30)
Naquele tempo,
Jesus começou a falar na sinagoga de Nazaré, dizendo:
«Cumpriu-se hoje mesmo
esta passagem da Escritura que acabais de ouvir».
Todos davam testemunho em seu favor
e se admiravam das palavras cheias de graça
que saíam da sua boca.
E perguntavam:
«Não é este o filho de José?»
Jesus disse-lhes:
«Por certo Me citareis o ditado:
‘Médico, cura-te a ti mesmo’.
Faz também aqui na tua terra
o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum».
E acrescentou:
«Em verdade vos digo:
Nenhum profeta é bem recebido na sua terra.
Em verdade vos digo
que havia em Israel muitas viúvas no tempo do profeta Elias,
quando o céu se fechou durante três anos e seis meses
e houve uma grande fome em toda a terra;
contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas,
mas a uma viúva de Sarepta, na região da Sidónia.
Havia em Israel muitos leprosos no tempo do profeta Eliseu;
contudo, nenhum deles foi curado,
mas apenas o sírio Naamã».
Ao ouvirem estas palavras,
todos ficaram furiosos na sinagoga.
Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade
e levaram-n’O até ao cimo da colina
sobre a qual a cidade estava edificada,
a fim de O precipitarem dali abaixo.
Mas Jesus, passando pelo meio deles,
seguiu o seu caminho.
Lc (4, 21-30)
sábado, 30 de janeiro de 2010
Hino à Caridade
Ainda que eu fale a língua dos anjos e dos homens,
Se não tiver caridade, sou como o bronze que ressoa
Ou como o címbalo que tine.
Ainda que eu tenha o dom da profecia
E conheça todos os mistérios e toda a ciência,
Ainda que possua a fé em plenitude,
A ponto de transportar montanhas,
Se não tiver caridade, nada sou.
Ainda que distribua todos os meus bens em esmolas
E entregue o meu corpo a fim de ser queimado,
Se não tiver caridade, de nada me aproveita.
A caridade é paciente,
A caridade é benigna, não é invejosa;
A caridade não se ufana, não se ensoberbece,
Não é inconveniente, não procura o seu interesse,
Não se irrita, não suspeita mal,
Não se alegra com a justiça, mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
A caridade nunca acabará.
As profecias desaparecerão,
As línguas cessarão e a ciência findará,
Porque a nossa ciência é imperfeita.
Mas quando vier o que é perfeito,
O que é imperfeito será abolido.
No tempo em que eu era criança,
Falava como criança, raciocinava como criança;
Mas, quando me tornei homem,
Eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos, como por um espelho,
De maneira confusa,
Mas então veremos face a face.
Hoje conheço de maneira imperfeita:
Então, conhecerei exactamente,
Como também sou conhecido.
Agora subsistem estas três:
a fé, a esperança e a caridade;
Mas a maior delas é a caridade.
(São Paulo, 1ª Carta aos Coríntios,13)
Se não tiver caridade, sou como o bronze que ressoa
Ou como o címbalo que tine.
Ainda que eu tenha o dom da profecia
E conheça todos os mistérios e toda a ciência,
Ainda que possua a fé em plenitude,
A ponto de transportar montanhas,
Se não tiver caridade, nada sou.
Ainda que distribua todos os meus bens em esmolas
E entregue o meu corpo a fim de ser queimado,
Se não tiver caridade, de nada me aproveita.
A caridade é paciente,
A caridade é benigna, não é invejosa;
A caridade não se ufana, não se ensoberbece,
Não é inconveniente, não procura o seu interesse,
Não se irrita, não suspeita mal,
Não se alegra com a justiça, mas rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
A caridade nunca acabará.
As profecias desaparecerão,
As línguas cessarão e a ciência findará,
Porque a nossa ciência é imperfeita.
Mas quando vier o que é perfeito,
O que é imperfeito será abolido.
No tempo em que eu era criança,
Falava como criança, raciocinava como criança;
Mas, quando me tornei homem,
Eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos, como por um espelho,
De maneira confusa,
Mas então veremos face a face.
Hoje conheço de maneira imperfeita:
Então, conhecerei exactamente,
Como também sou conhecido.
Agora subsistem estas três:
a fé, a esperança e a caridade;
Mas a maior delas é a caridade.
(São Paulo, 1ª Carta aos Coríntios,13)
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