domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Dia de S. José - Dia do Pai

Glorioso S. José,
que tiveste o ofício de educar a Humanidade do Filho de Deus, abençoa os Pais para que saibam educar os seus filhos, cumprindo a grande missão da paternidade.
S. José,
S. José,
primeiro trabalhador cristão, ajuda-nos a santificar o nosso trabalho, fazendo-o como tu, com perfeição humana e por amor a Deus e aos nossos irmãos, os homens.
S. José,
S. José,
Mestre da vida interior que, mais e melhor do que ninguém, conviveste com Jesus e com Maria, concede-nos a graça de conviver com Eles cada dia com maior intimidade.
quinta-feira, 18 de março de 2010
8ª Peregrinação a pé - Reunião geral de peregrinos
No próximo sábado dia 20 de Março pelas 15h00, vai realizar-se no Salão Paroquial de Alcácer do Sal (junto do Auditório Municipal) uma reunião geral de peregrinos 2010.
Nesta reunião iremos falar das fortes razões que levam tanta gente a peregrinar a pé, bem como da forma como deve preparar e organizar a sua peregrinação e ainda, abordar as regras básicas de como se deve caminhar em segurança.
As guias agradecem a presença de todos os peregrinos inscritos, para assim poderem dar o "primeiro passo" confiante e seguro desta 8ª Peregrinação a pé até Fátima.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Páscoa «um outro mundo é possível»
A Páscoa é o coração e o centro da Bíblia, do Ano Litúrgico e da vida cristã. Só a partir da Páscoa podemos compreender e celebrar os “mistérios” de Cristo: o seu nascimento, vida pública, anúncio do Reino, paixão e morte… Só a partir do Cristo Vivo da Páscoa podemos compreender e celebrar a Eucaristia, cada um dos Sacramentos, o Domingo, a criação, o trabalho, a doença e a morte… Devemos ao Concílio Vaticano II uma visão pascal do mistério de Cristo e da existência cristã. Antes dele, até há 40 anos, insistiu-se com excesso e parcialidade nos aspectos sacrificiais da vida cristã.
Foi o Concílio que fez chegar a todo o Povo de Deus uma percepção bíblica, litúrgica e existencial mais aprofundada do “Mistério Pascal”.
A partir do seu encontro com o Crucificado de São Damião, a suprema originalidade de Francisco foi seguir em tudo e sempre a vida, as opções e os sentimentos de Jesus Cristo vivo, interpelante, pascal. Gráfica é a síntese com que Tomás de Celano encerra o capítulo sobre os últimos momentos de Francisco: «Chegou, enfim, a sua hora. Realizados nele todos os mistérios de Cristo, voou ditosamente para Deus» (VIDA SEGUNDA, 217, 11).
Dimensão pascal da vida de Francisco
São Boaventura aproveita um episódio acontecido em Greccio para sublinhar esta dimensão pascal da vida do Poverello e dos seus primeiros seguidores: «Dirigiu-lhes a palavra [aos Irmãos] para lhes mostrar, segundo as Santas Escrituras, que eram os verdadeiros Hebreus, a atravessar o deserto deste mundo como peregrinos e estrangeiros; e que, por isso, deviam celebrar constantemente em pobreza de espírito a Páscoa do Senhor, isto é, a passagem deste mundo para o Pai” (LEGENDA MAIOR, VII, nº 9).
A “passagem deste mundo para o Pai” é precisamente a grande reviravolta que Francisco sofre e nos conta logo no início do seu TESTAMENTO. Após falar da sua experiência com os leprosos, diz: «E ao afastar-me deles, o que antes me parecera amargo, converteu-se para mim em doçura de alma e de corpo: e em seguida, passado um pouco de tempo, saí do mundo» (nº 3).
Por graça de Deus, Francisco saiu definitivamente do “mundo” das desigualdades e da injustiça e passou para o “mundo” do Pai, de misericórdia para com todos, especialmente com os “leprosos” de todos os tempos. Eis a sua verdadeira Páscoa! Eis o Francisco verdadeiramente pascal!
Viver a Páscoa
é tornar-se Irmão menor e servo de todos
Para este enamorado de Cristo, cada dia é uma verdadeira Quinta-Feira Santa. Na sua PRIMEIRA REGRA, Francisco faz uma ligação imediata entre o ser irmão menor e o lavar os pés – numa referência explícita a Jesus Cristo, em Quinta-Feira Santa, uma das imagens que tanto o impressionou: «Todos, indistintamente, se chamem irmãos menores. E lavem os pés uns aos outros» (cap. VI, 9). Outra ligação que ele faz é entre servir e lavar os pés: «Eu não vim para ser servido, mas para servir, diz o Senhor (Mt 20,28). Os que receberam o ofício de mandar nos outros, tanto se gloriem desse ofício, quanto se gloriariam se fossem encarregados de lavar os pés aos irmãos» (EXORTAÇÃO 4,1-2).
Assim, ser franciscano é ser irmão menor, pequenino disposto a servir os outros, lavando-lhes os pés, enxugando-lhes as lágrimas, acolhendo os seus anseios de amor e de misericórdia. Este é o frontispício do Mistério Pascal: a Quinta-Feira Santa.
Viver a Páscoa
é continuar em si a Paixão de Cristo Jesus
Para o apaixonado do Crucificado, cada dia é uma verdadeira Sexta-Feira Santa. Há uma continuidade e vivência cada vez mais exigente entre o encontro com o Cristo de São Damião e a identificação com o Crucificado do Alverne, simbolizada nas cinco chagas impressas no corpo de Francisco, dois anos antes da sua morte.
O autor das “CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CHAGAS” (cap. III) coloca nos lábios de Francisco esta ousada súplica: «Senhor meu Jesus Cristo, rogo me concedas duas graças antes de morrer: a primeira é que eu sinta no corpo e na alma, quanto seja possível, a dor que Tu, doce Jesus, sofreste no tormento da tua acerba Paixão; a segunda é que eu sinta no meu coração, quanto possível, aquele excessivo amor em que Tu, Filho de Deus, ardias quando sofreste voluntariamente tantos tormentos por nós, pecadores.» Uma graça de dor e uma graça de amor…
Em plena Festa da Exaltação da Santa Cruz, Francisco tem a visão do Serafim com seis asas resplandecentes como fogo… Diz São Boaventura: «A visão, entretanto, desaparecera, deixando-lhe o coração a arder em chama viva – e deixando-lhe também o corpo marcado em chagas vivas. Foi assim que um amor autêntico transformou o amigo na imagem do amado» (LEGENDA MAIOR, XIII, 3.5).
Contemplar Francisco é contemplar Cristo – Aquele Cristo que se “apaixonou” por nós, amando-nos até à loucura da Cruz, para que também nos amemos uns aos outros até à loucura da cruz e da morte.
É esta “Paixão” que Francisco canta no seu famoso Ofício da Paixão do Senhor. Uma “Paixão” que tem o seu clímax no Tríduo Pascal (I Parte), o centro no Tempo Pascal (II Parte) e o prolongamento nos Domingos e Festas principais (III Parte), incluindo o Advento, Natal e Epifania.
Assim, cada dia é uma nova oportunidade para agradecermos a loucura do amor de Deus por nós. Cada dia traz-nos a possibilidade de vivermos a “compaixão” por todos os crucificados e escorraçados pela sociedade, atraindo-os ao amor, única força que nos torna verdadeiramente livres, fraternos e felizes.
Viver a Páscoa
é sonhar cada manhã como nova Ressurreição
Para Francisco de Assis, chamado “Cristo redivivo”, cada dia é um Dia de Páscoa:
● a Festa de Cristo Ressuscitado,
● a Festa da Criação libertada da escravidão,
● a Festa da Humanidade redimida na Morte de Cristo,
● a Festa da Vida a jorrar em abundância do Lado aberto de Cristo,
● a Festa da Luz vencedora de todas as trevas,
● a Festa do Amor triunfando sobre todos os ódios…
Para Francisco e os seus seguidores, a Páscoa é o Tempo do Sonho e da Utopia: Cristo ressuscitou! Um outro Mundo é possível!
Frei Acílio Mendes, ofmcap
In Folheto "Paz e Bem", Março 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Para rezar
Senhor Jesus, Pai Santo, mais uma vez
nos encontramos diante de Ti para Te louvar,
Bendizer, glorificar e Adorar.
Estamos diante de Ti para que nos olhes,
que olhes para cada um de nós com esse Teu olhar sedutor,
como já fizeste tantas vezes,
basta lembrar-mo-nos do Evangelho que nos diz que olhaste;
que olhaste com predilecção, com dor, com alegria,
com pena, com desejos de converter,
de curar e de transformar alguém.
O Teu olhar, Jesus é um olhar fascinante,
um olhar doce e paciente, humilde e misericordioso.
Os olhos também falam e Tu continuas
a transmitir-nos muita maravilha com
o Teu modo de olhar para nós,
através do Santíssimo Sacramento:
Convites, arrependimentos, alegrias,
repreensões, paz e ternura…
Olhares de quem só faz bem, olhos que só vêem o positivo,
olhares que cativam pelo acolhimento, pela simpatia.
Obrigado, Senhor, pelos Teus olhos.
Obrigado Senhor, pelos Teus olhares para cada um de nós
Através da Hóstia consagrada.
Senhor Jesus como um olhar bom, simples,
e cativante como o Teu, pode fazer tantos prodígios!
Nós precisamos que nos olhes assim,
que O Teu olhar nos converta,
faça revolução na nossa vida e nos faça mudar.
Olha para nós e converte-nos,
vem à nossa casa, muda a nossa vida.
Transforma as tristezas das nossas vidas em alegria.
Faz-nos felizes, Tu és o Deus da felicidade,
o Deus da Alegria, o Deus da divina festa,
o Senhor da consolação.
Dá-nos razões nesta Adoração
para que nos sintamos alegres, felizes e confortados.
Os Teus momentos de Oração Pai Santo,
pelo menos muitos deles deviam ter sido,
alegres, felizes, consolados.
É assim Jesus que sinto a Tua vida toda.
Tu nos dissestes e voltas a dizer-nos esta noite: “Deixo-Vos
a minha alegria e quero que ela em vós seja completa”.
Ajuda-nos Senhor a sermos mais felizes,
a vivermos as Bem-Aventuranças.
Faz-nos viver mais alegres,
dá-nos a graça de nos alegrarmos em Ti e conTigo.
Não nos deixes andar tristes, enrolados na nossa tristeza,
mas faz-nos alegrar sem medida,
assumindo a vida como vitória sobre a desilusão.
Que nada nos tire a alegria e a paz
que são frutos do Teu Espírito.
Vive Jesus em nós, vive connosco,
permanece em nós Jesus para que
a Tua alegria, o Teu sorriso,
o Teu modo de ser feliz nos enche por dentro.
Fica connosco nesta noite e sempre. Ámen.
(Oração do Ir. José Domingos na Adoração de Fevereiro 2010)
nos encontramos diante de Ti para Te louvar,
Bendizer, glorificar e Adorar.
Estamos diante de Ti para que nos olhes,
que olhes para cada um de nós com esse Teu olhar sedutor,
como já fizeste tantas vezes,
basta lembrar-mo-nos do Evangelho que nos diz que olhaste;
que olhaste com predilecção, com dor, com alegria,
com pena, com desejos de converter,
de curar e de transformar alguém.
O Teu olhar, Jesus é um olhar fascinante,
um olhar doce e paciente, humilde e misericordioso.
Os olhos também falam e Tu continuas
a transmitir-nos muita maravilha com
o Teu modo de olhar para nós,
através do Santíssimo Sacramento:
Convites, arrependimentos, alegrias,
repreensões, paz e ternura…
Olhares de quem só faz bem, olhos que só vêem o positivo,
olhares que cativam pelo acolhimento, pela simpatia.
Obrigado, Senhor, pelos Teus olhos.
Obrigado Senhor, pelos Teus olhares para cada um de nós
Através da Hóstia consagrada.
Senhor Jesus como um olhar bom, simples,
e cativante como o Teu, pode fazer tantos prodígios!
Nós precisamos que nos olhes assim,
que O Teu olhar nos converta,
faça revolução na nossa vida e nos faça mudar.
Olha para nós e converte-nos,
vem à nossa casa, muda a nossa vida.
Transforma as tristezas das nossas vidas em alegria.
Faz-nos felizes, Tu és o Deus da felicidade,
o Deus da Alegria, o Deus da divina festa,
o Senhor da consolação.
Dá-nos razões nesta Adoração
para que nos sintamos alegres, felizes e confortados.
Os Teus momentos de Oração Pai Santo,
pelo menos muitos deles deviam ter sido,
alegres, felizes, consolados.
É assim Jesus que sinto a Tua vida toda.
Tu nos dissestes e voltas a dizer-nos esta noite: “Deixo-Vos
a minha alegria e quero que ela em vós seja completa”.
Ajuda-nos Senhor a sermos mais felizes,
a vivermos as Bem-Aventuranças.
Faz-nos viver mais alegres,
dá-nos a graça de nos alegrarmos em Ti e conTigo.
Não nos deixes andar tristes, enrolados na nossa tristeza,
mas faz-nos alegrar sem medida,
assumindo a vida como vitória sobre a desilusão.
Que nada nos tire a alegria e a paz
que são frutos do Teu Espírito.
Vive Jesus em nós, vive connosco,
permanece em nós Jesus para que
a Tua alegria, o Teu sorriso,
o Teu modo de ser feliz nos enche por dentro.
Fica connosco nesta noite e sempre. Ámen.
(Oração do Ir. José Domingos na Adoração de Fevereiro 2010)
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)


