terça-feira, 31 de agosto de 2010

Terrra Santa e Jordânia 2010; momentos de uma peregrinação


Entre os dias 23 e 30 de Julho de 2010 as peregrinas Lídia, Rosália, Maria João, Fernanda, Ana Lúcia, Noémia, Gracinha e padre Fernando, juntaram-se à paróquia da Anunciada de Setúbal, a fim de peregrinarem até à Terra Santa e Jordânia.



A organização e a orientação espiritual desta peregrinação foi da responsabilidade do sr. Padre Miguel Alves, que contou com a preciosa ajuda da sua irmã, a Irmã Maria João e do Padre Fernando, proporcionando ao grupo de 60 peregrinos grandiosos momentos de fé, oração e partilha.

"Caminhar do Sul" acompanhou esta peregrinação e irá reportar durante o mês de Setembro os momentos mais marcantes.


domingo, 29 de agosto de 2010

XXII Domingo do Tempo Comum


Filho,
em todas as tuas obras

procede com humildade
e serás mais estimado do que o homem generoso.
Quanto mais importante fores,

mais deves humilhar-te
e encontrarás graça diante do Senhor.
Porque é grande o poder do Senhor
e os humildes cantam a sua glória.
A desgraça do soberbo não tem cura,
porque a árvore da maldade criou nele raízes.
O coração do sábio compreende as máximas do sábio
e o ouvido atento alegra-se com a sabedoria."

Ben-Sirá

sábado, 28 de agosto de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Santa Mónica, mãe de Santo Agostinho



Mónica nasceu em Tagaste, actual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã.
Desde muito cedo dedicou a sua vida a ajudar os pobres, que visitava com frequência levando o conforto através das palavras de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude de nome Patrício que a maltratava. Mónica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações, que elevava à Cristo e à Virgem Maria pela conversão de seu esposo. E Deus recompensou a sua dedicação, pois ela pode assistir ao baptismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer.

Mónica teve dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém, Agostinho, foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho, fizeram que a sábia mãe adiasse o seu baptismo, com receio que ele profanasse o Sacramento.

E teria acontecido, porque Agostinho, aos dezasseis anos, saindo de casa para continuar os estudos, tomou o caminho dos vícios. O coração de Mónica sofria muito com as notícias dos desmandos do filho e por isso redobrava as orações e penitências.
Certa vez, ela foi pedir os conselhos do Bispo, que a consolou dizendo: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.
Agostinho tornou-se um brilhante professor de retórica em Cartago. Mas, procurando fugir da vigilância da mãe aflita, às escondidas embarcou num navio para Roma, e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica.
Mónica desejando a todo custo ver a recuperação do filho, viajou também para Milão, onde, aos poucos terminou seu sofrimento. Isto porque, Agostinho, no início por curiosidade e retórica, depois por interesse espiritual, tornou-se num frequentador dos envolventes sermões de Santo Ambrósio. Foi assim que se deu sua conversão e recebeu o baptismo, junto com seu filho Adeodato.
Assim, Mónica colhia os frutos de suas orações e de suas lágrimas. Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mónica adoeceu e logo depois faleceu, a 27 de agosto de 387 com cinquenta e seis anos.

O Papa Alexandre III confirmou o tradicional culto à Santa Mónica, em 1153, quando a proclamou “padroeira das mães cristãs”.
A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Parabéns Padre Miguel!












O padre Miguel Alves é actualmente pároco da Igreja da Anunciada em Setúbal, tem sido o organizador e orientador espiritual das nossas peregrinações à Terra Santa em 2008, Turquia em 2009 e Terra Santa e Jordânia no passado mês de Julho.
Utilizador das novas tecnologias tornou-se um visitante amigo, leitor e comentador de "Caminhar do Sul".

Madre Teresa de Calcutá nasceu há 100 anos



Agnes Gonxha Bojaxhiu nome de baptismo da que ficou mundialmente conhecida por Madre Teresa de Calcutá, nasceu na Albânia (então Macedónia) a 26 de Agosto de 1910, tornando-se cidadã indiana, em 1948.

Oriunda de uma família católica, aos doze anos já estava determinada a ser missionária. Começou por fazer votos na congregação das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, aos 18 anos, na Irlanda, onde viveu.

A sua vida na Índia, começou como professora só ao fim de dez anos sentiu necessidade de criar a congregação das Irmãs da Caridade e dedicar a sua longa vida aos pobres abandonados e mais desprotegidos de Calcutá. Entre as suas prioridades estava matar a fome e ensinar a ler aos "mais pobres entre os pobres", bem como a leprosos, portadores de SIDA e mulheres abandonadas.
Em 1979, Madre Teresa recebeu o prémio Nobel da Paz, como reconhecimento pelos serviços prestados à humanidade.

Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de paragem cardíaca.

Foi beatificada por João Paulo II a 19 de Outubro de 2003, após o Papa polaco ter dispensado o período de espera de 5 anos para a abertura da Causa de Canonização.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

XXI Domingo do Tempo Comum


"Senhor, são poucos os que se salvam?

Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque Eu vos digo que muitos tentarão entrar sem o conseguir."

sábado, 21 de agosto de 2010

Caminhar do Sul no Mundo