«O amor é paciente, é bondoso; o amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensorbebece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta».
Carta de S. Paulo aos Corintios
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Nossa Senhora do Rosário

«Conceberás e darás à luz um Filho»
Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
Lc 1, 26-38
domingo, 5 de outubro de 2008
27º Domingo do Tempo Comum - Ano A
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo:
«Ouvi outra parábola:
Havia um proprietário que plantou uma vinha,
cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar
e levantou uma torre;
depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
Quando chegou a época das colheitas,
mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos.
Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos,
espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no.
Tornou ele a mandar outros servos,
em maior número que os primeiros.
E eles trataram-nos do mesmo modo.
Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo:
‘Respeitarão o meu filho’.
Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si:
‘Este é o herdeiro;
matemo-lo e ficaremos com a sua herança’.
E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no.
Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?».
Eles responderam:
«Mandará matar sem piedade esses malvados
e arrendará a vinha a outros vinhateiros,
que lhe entreguem os frutos a seu tempo».
Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura:
‘A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se a pedra angular;
tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’?
Por isso vos digo:
Ser-vos-á tirado o reino de Deus
e dado a um povo que produza os seus frutos».
Mt 21,33-43
Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo:
«Ouvi outra parábola:
Havia um proprietário que plantou uma vinha,
cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar
e levantou uma torre;
depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
Quando chegou a época das colheitas,
mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos.
Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos,
espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no.
Tornou ele a mandar outros servos,
em maior número que os primeiros.
E eles trataram-nos do mesmo modo.
Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo:
‘Respeitarão o meu filho’.
Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si:
‘Este é o herdeiro;
matemo-lo e ficaremos com a sua herança’.
E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no.
Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?».
Eles responderam:
«Mandará matar sem piedade esses malvados
e arrendará a vinha a outros vinhateiros,
que lhe entreguem os frutos a seu tempo».
Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura:
‘A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se a pedra angular;
tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’?
Por isso vos digo:
Ser-vos-á tirado o reino de Deus
e dado a um povo que produza os seus frutos».
Mt 21,33-43
sábado, 4 de outubro de 2008
Caminhar com São Paulo ao encontro de Cristo - Dia da Igreja Diocesana
Hoje pelas 9h30, no Parque de Feiras e Exposições em Montemor o Novo, reuniram-se numerosos cristãos em representação de todas as paróquias da Arquidiocese de Évora, para juntamente com Sua Ex.ª Revª o Senhor Arcebispo D. José Alves, darem início ao novo ano pastoral.
Depois de rezarmos as Laudes, seguiu-se uma palestra sobre São Paulo, proferida pelo Padre José Morais Palo.
Após um breve intervalo, seguiram-se momentos de partilha e descontracção com os alunos de um Colégio da Diocese.

O Sr. Arcebispo proferiu uma alocução que a todos deixou motivados, para viver o novo ano pastoral sobre a égide de São Paulo.

Após uma oração de saudação a Maria, Mãe de Esperança, partimos todos cheios de alegria.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Dia da Igreja Diocesana
No próximo Sábado dia 4 de Outubro, Montemor-o-Novo vai receber o Dia da Igreja Diocesana de Évora, marcando assim o arranque do novo Ano Pastoral.
A jornada, decorrerá no Parque de Feiras e Exposições de Montemor-o-Novo, começará pelas 9h, com o acolhimento, e pelas 9h30, Oração de Laudes. Ás 10h será proferida uma pequena palestra sobre S. Paulo, o personagem que inspirará todas as actividades do Ano Pastoral uma vez que a Igreja celebra o Ano Paulino.
Depois de um breve intervalo, far-se-á a exposição do Plano Pastoral para o presente ano sob o tema “Caminhar com S. Paulo ao encontro de Cristo!” Os trabalhos terminarão por volta das 13h.
Todos os cristãos da Arquidiocese de Évora estão convocados para esta reunião magna.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Para guardar na memória e no coração
A pessoa crente é a que vive as virtudes teologais:
A Fé - que nos permite viver a vida como um Sim perfeito a Deus;
A Esperança - que nos ajuda a ver para lá do presente e a esperar de Deus todos os bens;
A Caridade (amor) - que nos faz amar a todos como Jesus, reconhecendo em cada próximo um irmão.
A FÉ, A ESPERANÇA E A CARIDADE SÃO AS VIRTUDES QUE IDENTIFICAM O CRISTÃO.
A Fé - que nos permite viver a vida como um Sim perfeito a Deus;
A Esperança - que nos ajuda a ver para lá do presente e a esperar de Deus todos os bens;
A Caridade (amor) - que nos faz amar a todos como Jesus, reconhecendo em cada próximo um irmão.
A FÉ, A ESPERANÇA E A CARIDADE SÃO AS VIRTUDES QUE IDENTIFICAM O CRISTÃO.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Como é bom ajudar!
"Só quem ajuda os pobres e pratica a caridade sem interesses vai entender bem o teor desta crónica. Vamos aqui tentar mostrar, com base na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica, o que os cientistas norte-americanos já provaram: ajudar o próximo faz bem. Faz realmente muito bem a todos nós, não apenas pelos benefícios saudáveis que o nosso corpo e mente recebem pelo acto de amor realizado, mas pelo bónus que ganhamos perante Deus por termos sido generosos e solidários.
Em Lucas 6 (versículo 38), Jesus assim disse: "Dai e vos será dado". Ou seja, quanto mais você der a quem precisa, despretensiosamente, mais Deus lhe concederá bênçãos e vitórias na vida. Certas denominações cristãs pregam o contrário, exigindo que Deus nos dê tudo e agora se formos bons dizimistas. Mas na verdade a recompensa, abundante, virá pela prática das obras de caridade junto aos mais pobres. Portanto, quanto mais você der, mais Deus também lhe dará e sua vida será abençoada. Nem sempre vemos os sinais dessa graça, mas elas existem e podem ocorrer anos mais à frente sem que nós percebamos.
Em Actos 20 (versículo 35), São Paulo nos ensina que "convém acudir aos fracos", e arremata: "é maior felicidade dar que receber". Ora, acudir aos fracos é exactamente o que os vicentinos realizam quando das suas visitas domiciliares semanais. E todos nós sabemos que alegria é poder ajudar, pois muito aprendemos com nossos "amos e senhores" e com eles é que buscamos nossa santificação pessoal. São Francisco de Assis foi um dos santos que mais praticou essa expressão do "é dando que se recebe" ao falar da "donzela pobreza" e da "irmã caridade".
Outra passagem contundente está na segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (capítulo 9, versículo 10), onde está escrito que "aquele que dá a semente ao semeador e o pão para comer, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça". O texto é claríssimo: se agirmos fazendo o bem, seremos recompensados com muitos frutos. No Evangelho de Marcos (capítulo 10, 29-30), Jesus promete "cem por um e o Reino dos Céus" por causa do Evangelho.
Além de tudo, a prática das obras de caridade perdoa nossas faltas, como disse São Paulo em sua primeira carta (capítulo 4, versículo 8): "Mantenham entre vós uma caridade ardente, porque a caridade cobre uma multidão dos pecados". O Catecismo também nos ensina que, juntamente com a oração, a penitência e o jejum, a prática das obras de caridade e de fraternidade são fundamentais para a vida do cristão. Mas não podemos esquecer que o acto bom (dar esmola), se realizado com base numa intenção má (a vanglória) torna-se mal como citado em Mateus 6, 2-4: "Quando deres esmola, não toques trombeta como fazem os hipócritas, mas que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita".
Portanto, ajudar os pobres faz bem a quem ajuda, agrada a Deus que nos cumula de bênçãos, cumpre a missão evangélica em alto grau de misericórdia e contribui para a redução das desigualdades sociais que existem em todos os cantos da Terra, antecipando o Reino de Deus entre nós.
Como mensagem final, meditemos no quadro incomparável sobre a caridade que nos deixou o apóstolo São Paulo: "A caridade é paciente, é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho, nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda seu rancor, não se alegra com a injustiça mas se regozija com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Coríntios 13, 4-7)
Renato Lima"
In Boletim Português Sociedade de São Vicente de Paulo, Julho 2008
Em Lucas 6 (versículo 38), Jesus assim disse: "Dai e vos será dado". Ou seja, quanto mais você der a quem precisa, despretensiosamente, mais Deus lhe concederá bênçãos e vitórias na vida. Certas denominações cristãs pregam o contrário, exigindo que Deus nos dê tudo e agora se formos bons dizimistas. Mas na verdade a recompensa, abundante, virá pela prática das obras de caridade junto aos mais pobres. Portanto, quanto mais você der, mais Deus também lhe dará e sua vida será abençoada. Nem sempre vemos os sinais dessa graça, mas elas existem e podem ocorrer anos mais à frente sem que nós percebamos.
Em Actos 20 (versículo 35), São Paulo nos ensina que "convém acudir aos fracos", e arremata: "é maior felicidade dar que receber". Ora, acudir aos fracos é exactamente o que os vicentinos realizam quando das suas visitas domiciliares semanais. E todos nós sabemos que alegria é poder ajudar, pois muito aprendemos com nossos "amos e senhores" e com eles é que buscamos nossa santificação pessoal. São Francisco de Assis foi um dos santos que mais praticou essa expressão do "é dando que se recebe" ao falar da "donzela pobreza" e da "irmã caridade".
Outra passagem contundente está na segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (capítulo 9, versículo 10), onde está escrito que "aquele que dá a semente ao semeador e o pão para comer, também vos dará a semente em abundância e multiplicará os frutos da vossa justiça". O texto é claríssimo: se agirmos fazendo o bem, seremos recompensados com muitos frutos. No Evangelho de Marcos (capítulo 10, 29-30), Jesus promete "cem por um e o Reino dos Céus" por causa do Evangelho.
Além de tudo, a prática das obras de caridade perdoa nossas faltas, como disse São Paulo em sua primeira carta (capítulo 4, versículo 8): "Mantenham entre vós uma caridade ardente, porque a caridade cobre uma multidão dos pecados". O Catecismo também nos ensina que, juntamente com a oração, a penitência e o jejum, a prática das obras de caridade e de fraternidade são fundamentais para a vida do cristão. Mas não podemos esquecer que o acto bom (dar esmola), se realizado com base numa intenção má (a vanglória) torna-se mal como citado em Mateus 6, 2-4: "Quando deres esmola, não toques trombeta como fazem os hipócritas, mas que a tua mão esquerda não saiba o que fez a direita".
Portanto, ajudar os pobres faz bem a quem ajuda, agrada a Deus que nos cumula de bênçãos, cumpre a missão evangélica em alto grau de misericórdia e contribui para a redução das desigualdades sociais que existem em todos os cantos da Terra, antecipando o Reino de Deus entre nós.
Como mensagem final, meditemos no quadro incomparável sobre a caridade que nos deixou o apóstolo São Paulo: "A caridade é paciente, é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho, nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda seu rancor, não se alegra com a injustiça mas se regozija com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1 Coríntios 13, 4-7)
Renato Lima"
In Boletim Português Sociedade de São Vicente de Paulo, Julho 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
26º Domingo do Tempo Comum - Ano A
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes
e aos anciãos do povo:
«Que vos parece?
Um homem tinha dois filhos.
Foi ter com o primeiro e disse-lhe:
‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’.
Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’.
Depois, porém, arrependeu-se e foi.
O homem dirigiu-se ao segundo filho
e falou-lhe do mesmo modo.
Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’.
Mas de facto não foi.
Qual dos dois fez a vontade ao pai?»
Eles responderam-Lhe: «O primeiro».
Jesus disse-lhes:
«Em verdade vos digo:
Os publicanos e as mulheres de má vida
irão diante de vós para o reino de Deus.
João Baptista veio até vós,
ensinando-vos o caminho da justiça,
e não acreditastes nele;
mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram.
E vós, que bem o vistes,
não vos arrependestes, acreditando nele».
Mt 21,28-32
Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes
e aos anciãos do povo:
«Que vos parece?
Um homem tinha dois filhos.
Foi ter com o primeiro e disse-lhe:
‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’.
Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’.
Depois, porém, arrependeu-se e foi.
O homem dirigiu-se ao segundo filho
e falou-lhe do mesmo modo.
Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’.
Mas de facto não foi.
Qual dos dois fez a vontade ao pai?»
Eles responderam-Lhe: «O primeiro».
Jesus disse-lhes:
«Em verdade vos digo:
Os publicanos e as mulheres de má vida
irão diante de vós para o reino de Deus.
João Baptista veio até vós,
ensinando-vos o caminho da justiça,
e não acreditastes nele;
mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram.
E vós, que bem o vistes,
não vos arrependestes, acreditando nele».
Mt 21,28-32
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
A cadeia da vida
O pobre e o rico são duas pessoas.
O soldado defende os dois;
O contribuinte paga para os três;
E o operário trabalha para os quatro.
O vadio come dos cinco;
O capitalista explora os seis;
E o advogado vive dos sete.
O bêbado ri-se dos oito;
O confessor absolve os nove;
O médico trata os dez;
E o cangalheiro enterra os onze.
O soldado defende os dois;
O contribuinte paga para os três;
E o operário trabalha para os quatro.
O vadio come dos cinco;
O capitalista explora os seis;
E o advogado vive dos sete.
O bêbado ri-se dos oito;
O confessor absolve os nove;
O médico trata os dez;
E o cangalheiro enterra os onze.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Nas Pegadas de São Paulo - Livro do mês
Partindo sobretudo do livro dos Actos dos Apóstolos e das cartas do próprio São Paulo, Peter Walker reconstrói, neste livro, as longas viagens do Apóstolo, detendo-se em alguns dos locais mais importantes da Igreja primitiva.Iniciando o percurso em Damasco, o leitor segue Paulo nas suas primeira e segunda viagens missionárias, a seguir acompanha-o, de regresso da terceira viagem, na sua última visita a Jerusalém e Cesareia, e, finalmente, chega a Roma. Cada capítulo concentra-se num local em particular e inclui, para além de vários mapas e abundantes fotografias: uma parte mais extensa que narra a relação de Paulo com esse lugar; um quadro com as datas dos acontecimentos mais significativos relacionados com cada lugar; e uma última parte que explora o lugar tal como pode ser encontrado pelo visitante hodierno.
O leitor é assim levado numa fantástica viagem, em que atravessa as estreitas Portas de Cilícia, no Sul da Turquia, visita os mercados de Atenas, Corinto e Éfeso, contempla as planícies desertas da Galácia e navega junto da fria e ventosa costa de Malta.
«Bom conhecedor de geografia, homem polémico entre o herói e o vilão, que decidiu viajar incansavelmente – a pé, de barco ou de jumento – em nome da sua fé em Jesus, [São Paulo acaba] por proporcionar, a quem lhe segue as pisadas, o embarque “numa viagem abrangente pelas terras do Mediterrâneo”. Foi esse o projecto que Peter Walker meteu na cabeça e concretizou no livro Nas Pegadas de São Paulo.» António Marujo, in Revista Fugas (PÚBLICO)
Autor: Peter Walker
ISBN: 978-972-751-897-5
Nº Páginas: 220
Formato: 20x24,5
Peso: 880 gr.
Preço: € 23.80
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