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domingo, 24 de junho de 2012

XII Domingo do tempo comum






Nascimento de São João Batista.

Por Tintoretto, atualmente no Museu Hermitage, em São Petersburgo.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Festa do Corpo e Sangue de Cristo



É o Meu Corpo, tomai e comei 
É o Meu Sangue, tomai e bebei

domingo, 27 de maio de 2012

Pentecostes





Enviai Senhor o vosso Espírito 
e renovai a face da terra

domingo, 29 de abril de 2012

IV Domingo da Páscoa

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo



Naquele tempo, disse Jesus:
«Eu sou o Bom Pastor.
O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas.
O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas,
logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge,
enquanto o lobo as arrebata e dispersa.
O mercenário não se preocupa com as ovelhas.
Eu sou o Bom Pastor:
conheço as minhas ovelhas
e as minhas ovelhas conhecem-Me,
do mesmo modo que o Pai Me conhece
e Eu conheço o Pai;
Eu dou a vida pelas minhas ovelhas.
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil
e preciso de as reunir;
elas ouvirão a minha voz
e haverá um só rebanho e um só Pastor.
Por isso o Pai Me ama:
porque dou a minha vida,
para poder retomá-la.
Ninguém Ma tira,
sou Eu que a dou espontaneamente.
Tenho o poder de a dar e de a retomar:
foi este o mandamento que recebi de meu Pai».

Jo 10, 11-18


domingo, 15 de abril de 2012

DOMINGO II DA PÁSCOA ou da Divina Misericórdia



Festa da Divina Misericórdia



O Papa João Paulo II, em Maio de 2000, instituiu a Festa da Divina Misericórdia para toda a Igreja, decretando que a partir de então o segundo Domingo da Páscoa se passasse a chamar Domigo da Divina Misericórdia. Segundo os católicos, por meio desta apóstola da Misericórdia, a Irmã Faustina Kowalska, Jesus prometeu: "Neste dia, estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das penas e culpas. Neste dia, estão abertas todas as comportas divinas pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim".

domingo, 8 de abril de 2012

Domingo de Páscoa



No primeiro domingo da primeira lua cheia da primavera a Páscoa revela-nos outra face da VIDA.

JESUS RESSUSCITOU E ESTÁ VIVO.


SANTA PÁSCOA!

domingo, 25 de março de 2012

V Domingo da Quaresma

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

Naquele tempo,
alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém

para adorar nos dias da festa,
foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia,
e fizeram-lhe este pedido:
«Senhor, nós queríamos ver Jesus».
Filipe foi dizê-lo a André;
e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus.
Jesus respondeu-lhes:
«Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado.
Em verdade, em verdade vos digo:
Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só;
mas se morrer, dará muito fruto.
Quem ama a sua vida, perdê-la-á,
e quem despreza a sua vida neste mundo
conservá-la-á para a vida eterna.
Se alguém Me quiser servir, que Me siga,
e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada.
E que hei-de dizer?
Pai, salva-Me desta hora?
Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora.
Pai, glorifica o teu nome».
Veio então do Céu uma voz que dizia:
«Já O glorifiquei e tornarei a glorificá-l’O».
A multidão que estava presente e ouvira dizia ter sido um trovão.
Outros afirmavam:
«Foi um Anjo que Lhe falou».
Disse Jesus:
«Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir;
foi por vossa causa.
Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado.
Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo.
E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim».
Falava deste modo,
para indicar de que morte ia morrer.


Jo 12, 20-33

domingo, 18 de março de 2012

IV Domingo da Quaresma

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

Naquele tempo,
disse Jesus a Nicodemos:
«Assim como Moisés elevou a serpente no deserto,
também o Filho do homem será elevado,
para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna.
Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito,
para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça,
mas tenha a vida eterna.
Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo por Ele.
Quem acredita n’Ele não é condenado,
mas quem não acredita já está condenado,
porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus.
E a causa da condenação é esta:
a luz veio ao mundo
e os homens amaram mais as trevas do que a luz,
porque eram más as suas obras.
Todo aquele que pratica más acções odeia a luz
e não se aproxima dela,
para que as suas obras não sejam denunciadas.
Mas quem pratica a verdade
aproxima-se da luz,
para que as suas obras sejam manifestas,
pois são feitas em Deus.

Jo 3,14-21

domingo, 11 de março de 2012

III Domingo da Quaresma

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

Estava próxima a Páscoa dos judeus
e Jesus subiu a Jerusalém.
Encontrou no templo os vendedores de bois,
de ovelhas e de pombas e os cambistas sentados às bancas.
Fez então um chicote de cordas e expulsou-os a todos do templo,
com as ovelhas e os bois;
deitou por terra o dinheiro dos cambistas
e derrubou-lhes as mesas;
e disse aos que vendiam pombas:
«Tirai tudo isto daqui;
não façais da casa de meu Pai casa de comércio».
Os discípulos recordaram-se do que estava escrito:
«Devora-me o zelo pela tua casa».
Então os judeus tomaram a palavra e perguntaram-Lhe:
«Que sinal nos dás de que podes proceder deste modo?».
Jesus respondeu-lhes:
«Destruí este templo e em três dias o levantarei».
Disseram os judeus:
«Foram precisos quarenta e seis anos para se construir este templo
e Tu vais levantá-lo em três dias?».
Jesus, porém, falava do templo do seu corpo.
Por isso, quando Ele ressuscitou dos mortos,
os discípulos lembraram-se do que tinha dito
e acreditaram na Escritura e na palavra de Jesus.
Enquanto Jesus permaneceu em Jerusalém pela festa da Páscoa,
muitos, ao verem os milagres que fazia,
acreditaram no seu nome.
Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos
e não precisava de que Lhe dessem informações sobre ninguém:
Ele bem sabia o que há no homem.


Jo 2(13-25)

domingo, 4 de março de 2012

II Domingo da Quaresma

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

Naquele tempo,
Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João
e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte
e transfigurou-Se diante deles.
As suas vestes tornaram-se resplandecentes,
de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus.
Pedro tomou a palavra e disse a Jesus:
«Mestre, como é bom estarmos aqui!
Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias».
Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados.
Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra
e da nuvem fez-se ouvir uma voz:
«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O».
De repente, olhando em redor,
não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles.
Ao descerem do monte,
Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto,
enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos.
Eles guardaram a recomendação,
mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.

Mc 9(2-10)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

I Domingo da Quaresma

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo,
o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto.
Jesus esteve no deserto quarenta dias
e era tentado por Satanás.
Vivia com os animais selvagens
e os Anjos serviam-n’O.
Depois de João ter sido preso,
Jesus partiu para a Galileia
e começou a pregar o Evangelho, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.
Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».

domingo, 22 de janeiro de 2012

Pescador de homens

Depois de João ter sido preso,
Jesus partiu para a Galileia
e começou a proclamar o Evangelho de Deus,
dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.
Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
Caminhando junto ao mar da Galileia,
viu Simão e seu irmão André,
que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.
Disse-lhes Jesus: «Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens».
Eles deixaram logo as redes e seguiram Jesus.
Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu,
e seu irmão João,
que estavam no barco a consertar as redes;
e chamou-os.
Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados
e seguiram Jesus.
Mc 1, 14-20


domingo, 1 de janeiro de 2012

Dia Mundial da Paz


O SENHOR VOLTE PARA TI OS SEUS OLHOS
E TE CONCEDA A PAZ!
(Num 6, 22-27)

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus



















Meu Deus,
ofereço-te este ano que começa.
É uma parcela deste tempo tão precioso, que me deste para te servir.
Ponho-o sob o sinal da fidelidade.

Faz com que ele seja uma longa ascensão em direção a Ti,
e que, em cada dia, eu esteja cada vez mais rica de fé e de amor.

Meu Deus, ofereço-te todos os que amo
e por quem meu frágil coração estremece.

Contudo, sei que os meus filhos te pertencem;
e que, desde agora, estão salvos,
e que um rio de amor os conduzirá à bem-aventurança.

Não permitas que eu lhes falte;
mas, antes, que eu seja para eles o canal invisível da tua graça,
que os edifique e console,
que a minha vida lhes manifeste o teu amor.

Meu Deus,
também te ofereço a imensa dor deste mundo que criaste e resgataste,
os sofrimentos das crianças inocentes,
o longo exílio dos idosos,
a angústia dos chefes das nações
e este peso da crise,
que tão duramente se abate sobre nós todos.

Meu Deus,
que uma chispa da tua caridade ilumine em nós as trevas
e que a aurora da paz se levante neste novo ano.

Peço-te, tudo isto,
em união com todos os homens e mulheres,
que estão aqui e oram comigo,
em união com os teus santos, com a tua Igreja,
e com o teu Filho, Príncipe da Paz.


Adaptado de
MADELEINE DANIÉLOU(1880-1956)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A Arte e o dia de Finados



"Pôr do sol em dia de Finados"
Giz pastel aquarela em papel couché
por Coy Morais

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Solenidade de Todos os Santos


Celebramos hoje a Solenidade de Todos os Santos.

Hoje é o dia em que recordamos todos os homens e mulheres, de todos os tempos e lugares, que agora vivem para sempre com Deus. São todos aqueles que viveram neste mundo abertos ao amor e que se deixaram guiar pela força de Jesus Cristo, gozando, agora, do amor infinito que é Deus.
Recordamos todos os santos, conhecidos e desconhecidos, sentimos muita alegria de pertencer à mesma família e de ter o desejo de percorrer o mesmo caminho.
Hoje em silêncio, diante de Deus, reconheçamos a nossa fraqueza e o muito que nos falta para sermos fiéis ao Seu amor. Hoje e sempre rezemos e peçamos a Deus a graça e o perdão.

domingo, 7 de agosto de 2011

XIX Domingo do Tempo Comum



Depois de ter saciado a fome à multidão,
Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco
e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão.
Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós.
Ao cair da tarde, estava ali sozinho.
O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário.
Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar.
Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se,
pensando que fosse um fantasma.
E gritaram cheios de medo.
Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo:
«Tende confiança. Sou Eu. Não temais».
Respondeu-Lhe Pedro:
«Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas».
«Vem!» – disse Jesus.
Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas,
para ir ter com Jesus.
Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou:
«Salva-me, Senhor!».
Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o.
Depois disse-lhe:
«Homem de pouca fé, porque duvidaste?».
Logo que subiram para o barco, o vento amainou.
Então, os que estavam no barco prostraram-se
diante de Jesus, e disseram-Lhe:
«Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».

S. Mateus 14,22-33

domingo, 31 de julho de 2011

XVIII Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo,
quando Jesus ouviu dizer que João Baptista tinha sido morto,
retirou-Se num barco para um local deserto e afastado.
Mas logo que as multidões o souberam,
deixando as suas cidades, seguiram-n’O por terra.
Ao desembarcar,
Jesus viu uma grande multidão e,
cheio de compaixão, curou os seus doentes.
Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe:
«Este local é deserto e a hora avançada.
Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento».
Mas Jesus respondeu-lhes:
«Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer».
Disseram-Lhe eles:
«Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes».
Disse Jesus:
«Trazei-mos cá».
Ordenou então à multidão que se sentasse na relva.
Tomou os cinco pães e os dois peixes,
ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção.
Depois partiu os pães e deu-os aos discípulos
e os discípulos deram-nos à multidão.
Todos comeram e ficaram saciados.
E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos.
Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens,
sem contar mulheres e crianças.

Mt 14, 13-21

domingo, 19 de junho de 2011

Santíssima Trindade













Oração
Deus Pai,
que revelastes aos homens o vosso admirável mistério,
enviando ao mundo a Palavra da verdade
e o Espírito da santidade,
concedei-nos que, na profissão da verdadeira fé,
reconheçamos a glória da eterna Trindade
e adoremos a Unidade na sua omnipotência.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

domingo, 12 de junho de 2011

Domingo de Pentecostes




«Todos ficaram cheios do Espírito Santo
e começaram a falar»

Caminhar do Sul no Mundo